O cardeal Robert Francis Prevost, de 69 anos, foi escolhido como novo papa, surpreendendo muitos por não ser um dos favoritos. Ele é visto como um “digno meio-termo” entre a continuidade da agenda inclusiva de Francisco e um possível retorno ao conservadorismo. Prevost tem opiniões mais conservadoras sobre questões LGBTQIA+ e gênero e adota um estilo mais reservado em comparação a Francisco. Ele se compromete com os pobres e imigrantes, defendendo que o bispo deve estar próximo das pessoas que serve. No entanto, ele já expressou opiniões contrárias ao público LGBTQIA+, criticando a mídia por apoiar estilos de vida que não se alinham com o Evangelho e se opôs a planos de ensino sobre gênero nas escolas. Prevost é considerado mais discreto e contido em suas expressões, ao contrário do estilo mais aberto de Francisco, e acredita que todos têm o direito de se expressar na Igreja.
O cardeal Robert Francis Prevost, de 69 anos, foi escolhido como o novo papa, surpreendendo muitos por não ser um dos favoritos. Sua eleição representa um equilíbrio entre a continuidade da agenda inclusiva de Francisco e um possível retorno ao conservadorismo.
Prevost é visto como um “digno meio-termo”. Ele compartilha o compromisso de Francisco com os pobres e imigrantes, mas possui opiniões mais conservadoras sobre questões LGBTQIA+ e gênero. O padre Michele Falcone, que trabalhou com Prevost, destacou sua disposição para se conectar com as pessoas.
O novo papa acredita que o centro da Igreja Católica Romana não está nos Estados Unidos ou no Atlântico Norte, conforme afirmou Raúl Zegarra, professor da Harvard Divinity School. Prevost se posicionou contra a inclusão de ensinamentos sobre gênero nas escolas e criticou a promoção da ideologia de gênero, considerando-a confusa.
Seu estilo é mais reservado em comparação ao de Francisco. Prevost evita excessos, como pegar bebês no colo para abençoá-los, e tem uma linguagem mais serena. O padre Alejandro Moral Antón observou que ele é contido ao expressar opiniões, mas aberto ao diálogo.
Prevost defende o direito de expressão na Igreja, conforme relatou o padre Mark R. Francis, ex-colega de classe. A escolha do cardeal Prevost pode sinalizar uma nova fase para a Igreja, equilibrando diferentes correntes e buscando um diálogo mais amplo.
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