A Igreja Católica elegeu um novo Papa, com a fumaça branca saindo da chaminé da Capela Sistina, confirmando a escolha dos 133 cardeais em conclave. A decisão foi rápida e surpreendente, já que não havia um favorito claro entre os eleitores. O novo Papa enfrentará desafios como pedofilia, diplomacia e divisões internas, enquanto muitos esperavam que ele continuasse o “efeito Francisco”, atraindo novos fiéis. A tradição de conclaves rápidos foi mantida, já que os papas Francisco e Bento XVI também foram eleitos no segundo dia de votação. A fumaça que anuncia a escolha do Papa é resultado da queima das cédulas dos cardeais, com fórmulas pirotécnicas que garantem a cor da fumaça. Desde 2005, um sistema especial é usado para tornar a fumaça mais visível e clara.
A Igreja Católica elegeu um novo Papa nesta quinta-feira, com a fumaça branca saindo da chaminé da Capela Sistina. A escolha ocorreu rapidamente, surpreendendo muitos, já que não havia um favorito claro entre os 133 cardeais presentes no conclave. Os sinos da Basílica de São Pedro tocaram, confirmando a decisão.
O novo Pontífice enfrentará desafios significativos, incluindo questões de pedofilia, diplomacia e divisões internas na Igreja. Durante o período de Sé Vacante, havia expectativa de que o sucessor pudesse manter o chamado “efeito Francisco”, que atrai novos fiéis e reconcilia católicos afastados.
A escolha do novo Papa no segundo dia de votação segue uma tendência recente de conclaves rápidos. Os papas Francisco e Bento XVI também foram eleitos no segundo dia, enquanto João Paulo II foi escolhido no terceiro. Nos últimos mil anos, conclaves mais longos duraram no máximo cinco dias.
A fumaça branca, que indica a escolha de um novo Papa, é gerada pela queima das cédulas de votação. O Vaticano revelou em 2013 como a fumaça é produzida, utilizando fórmulas pirotécnicas. A fumaça preta é gerada com uma mistura diferente, garantindo que a cor seja clara e visível da Praça de São Pedro.
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