Robert Prevost foi escolhido como o novo papa e adotou o nome Leão 14. Em seu primeiro discurso, ele homenageou o ex-papa Francisco, que faleceu recentemente, e destacou sua ligação com a América Latina, especialmente com o Peru, onde trabalhou como bispo. Prevost, de 69 anos, é norte-americano, mas tem cidadania peruana e se juntou aos agostinianos para uma missão no Peru em 1985. Ele fez a bênção “urbi et orbi” e falou sobre a importância da caridade e do diálogo. O professor Gerson Leite de Moraes comentou que, embora Leão 14 traga sua própria visão, a influência de Francisco ainda será sentida na Igreja.
O papa Francisco, que faleceu aos 88 anos, foi sucedido por Robert Prevost, agora conhecido como papa Leão 14. A escolha ocorreu durante o conclave, que se realizou na tarde de hoje, no Vaticano. Prevost, de 69 anos, é um norte-americano com forte ligação à América Latina, especialmente ao Peru, onde atuou como bispo.
Em seu primeiro pronunciamento, Leão 14 prestou homenagem ao ex-papa Francisco, destacando sua conexão com a América Latina. O novo papa enfatizou a importância da caridade, presença e diálogo, lembrando dos que necessitam. O anúncio de sua eleição foi feito pelo cardeal Dominique Mamberti, seguindo a tradição da Igreja Católica.
O professor e teólogo Gerson Leite de Moraes comentou sobre a escolha, afirmando que Leão 14 pode trazer uma continuidade ao legado de Francisco. Ele observou que, embora o novo papa tenha sua própria visão, a influência do ex-papa ainda será sentida. Moraes também comparou as palavras de Leão 14 à obra “Cidade de Deus”, de Santo Agostinho, ressaltando a relevância dessa obra em tempos de tensão.
Prevost, nascido em Chicago, formou-se em matemática antes de se tornar padre. Ele se uniu aos agostinianos em 1985 e ganhou cidadania peruana após retornar ao país como bispo de Chiclayo em 2014. Durante sua bênção “urbi et orbi”, o novo papa se referiu aos peruanos como um “povo fiel”, reforçando sua ligação com a nação.
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