A Universidade Complutense de Madrid decidiu retirar o Museu Olavide de suas instalações, o que gerou revolta entre os responsáveis pela coleção e especialistas em dermatologia. O museu, que abriga esculturas de cera de pacientes com doenças de pele do antigo Hospital San Juan de Dios, foi expulso por razões econômicas e organizativas. A coleção, que inclui mais de 670 figuras, estava na universidade desde 2014, mas agora precisa ser desocupada urgentemente. O diretor do museu, Pablo Lázaro, expressou sua indignação, afirmando que é inaceitável que um importante museu de história da medicina seja expulso. A coleção, que já passou por várias mudanças de local ao longo dos anos, é considerada única por retratar a vida de pessoas pobres no século XIX. O museu foi reaberto em 2016, mas o projeto de um grande Museu de Medicina não avançou devido à falta de recursos. Agora, a coleção enfrenta um futuro incerto, enquanto o espaço que ocupava será destinado a outros usos acadêmicos.
A Universidade Complutense de Madrid decidiu expulsar o Museu Olavide de suas instalações, gerando indignação entre especialistas em dermatologia e responsáveis pela coleção. O museu abriga esculturas de cera que retratam pacientes com doenças de pele do Hospital San Juan de Dios, ativo até mil oitocentos e noventa e sete.
A decisão foi comunicada em uma notificação oficial enviada à Academia Espanhola de Dermatologia e Venereologia, que custodia a coleção. A gerente universitária, Ana Maria Cantalejo, alegou razões econômicas e organizativas para a desocupação do espaço, que abrigava mais de seiscentas e setenta figuras de cera. O diretor do museu, Pablo Lázaro, expressou sua indignação, afirmando que é inaceitável que um museu de história da medicina seja expulso.
Desde dois mil e quatorze, o museu ocupava quinhentos e sessenta metros quadrados nos sótãos da Faculdade de Medicina. A Complutense, enfrentando cortes orçamentários, pretende destinar o espaço a outros usos acadêmicos. O Museu Olavide, que possui um histórico complexo, foi inaugurado em mil oitocentos e oitenta e dois e já passou por diversas mudanças de localização.
A coleção é considerada única, pois não apenas reproduz as lesões das pessoas, mas também inclui detalhes de suas histórias clínicas. As esculturas representam a vida de pessoas marginalizadas no século dezenove, como mulheres e crianças que sofreram com doenças de pele. O museu, que já enfrentou problemas de conservação, agora se vê ameaçado de desalojo, o que levanta preocupações sobre o futuro da coleção e sua importância histórica.
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