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Casos de síndrome respiratória grave caem em quase todo o país

Queda nacional de SRAG, mas Norte registra aumento de influenza A em Acre, Amazonas e Roraima; reforço à vacinação de grupos prioritários é essencial

Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, no Rio de Janeiro
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  • O InfoGripe da Fiocruz mostra queda geral de SRAG no país, com exceção do influenza A que avança em estados da região Norte.
  • Acre, Amazonas e Roraima apresentam SRAG em nível de risco ou alto risco nas últimas semanas, com o aumento impulsionado pelo influenza A.
  • A pesquisadora Tatiana Portella destaca a urgência da vacinação contra influenza para grupos prioritários da região, como indígenas, idosos e pessoas com comorbidades.
  • Nas quatro últimas semanas, a distribuição entre positivos foi: influenza A, 20,1%; influenza B, 2,3%; vírus sincicial respiratório, 10,7%; rinovírus, 32,6%; SARS‑CoV‑2, 20,4%.
  • Entre os óbitos, a presença desses vírus foi: influenza A, 28,3%; influenza B, 3,5%; vírus sincicial respiratório, 1,8%; rinovírus, 15,9%; SARS‑CoV‑2, 41,6%.

O boletim InfoGripe da Fiocruz aponta queda nacional de SRAG em quase todo o país, divulgado nesta quinta-feira (29). O estudo descreve o cenário epidemiológico com redução de casos graves, em especial fora da Região Norte.

A exceção fica com o vírus da influenza A, que impulsiona o aumento de SRAG em estados da Região Norte, principalmente no Acre, Amazonas e Roraima. A situação regional se distingue do restante do país, onde há tendência de queda.

Segundo a pesquisadora Tatiana Portella, responsável pelo InfoGripe, o alta acelerada de SRAG nesses estados é associada ao vírus da gripe influenza A. A orientação é reforçar a vacinação na população prioritária da região.

DADOS SOBRE CASOS POSITIVOS

Entre as quatro últimas semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos positivos aponta: 20,1% de influenza A, 2,3% de influenza B, 10,7% de vírus sincicial respiratório, 32,6% de rinovírus e 20,4% de Sars-CoV-2.

DADOS SOBRE ÓBITOS

Entre os óbitos, a presença desses mesmos vírus entre os positivos e no mesmo recorte temporal foi: 28,3% de influenza A, 3,5% de influenza B, 1,8% de vírus sincicial, 15,9% de rinovírus e 41,6% de Sars-CoV-2.

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