- A Seedance 2.0, próximo geração de IA de vídeo da ByteDance, aceita prompts que combinam texto, imagens, áudio e vídeo.
- O modelo pode gerar clipes de até 15 segundos com áudio e leva em conta movimento de câmera, efeitos visuais e motion.
- Usuários podem refinar prompts usando até nove imagens, três clipes de vídeo e três trechos de áudio e ainda seguir storyboards em texto.
- A Seedance 2.0 é exibida gerando cenas complexas com múltiplos sujeitos, mantendo instruções de forma mais fiel conforme a empresa.
- Por ora, o acesso é pelo Dreamina AI e pelo assistente Doubao; não está claro se chegará ao TikTok.
ByteDance lançou Seedance 2.0, a próxima geração de geradores de vídeo baseados em IA. O sistema consegue criar clipes a partir de texto, imagens, áudio e vídeo, integrando movimento de câmera e efeitos visuais.
A empresa afirma que a atualização representa salto significativo na qualidade de geração, especialmente em cenas complexas com múltiplos indivíduos, além de seguir instruções com maior fidelidade. Usuários podem refinar prompts com até nove imagens, três clipes de vídeo e três trechos de áudio.
Seedance 2.0 gera vídeos de até 15 segundos com áudio, levando em conta movimento de câmera, efeitos e dinâmica de cena. O sistema também pode consultar storyboard baseados em texto para orientar a produção.
Recursos e funcionamento
A empresa exibiu um exemplo com patinadores que executam uma rotina em conjunto, destacando a capacidade de realizar movimentos de alta dificuldade, como decolagens sincronizadas, giros no ar e aterrissagens precisas, obedecendo leis da física.
Casos divulgados em redes sociais mostram vídeos gerados com semelhanças a figuras públicas em lutas cinematográficas, além de clipes no estilo anime, animações e cenas de ficção científica. O nível de proteção de direitos autorais do modelo não ficou claro.
Disponibilidade e contexto
No momento, Seedance 2.0 está disponível apenas na plataforma Dreamina AI e por meio do assistente virtual Doubao, da ByteDance. Não ficou definido se chegará ao TikTok, especialmente devido à mudança de propriedade da empresa nos EUA. Fontes oficiais não confirmaram prazo.
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