Um acionista da Teka, tradicional fabricante de tecidos de Santa Catarina, está em conflito com a administradora judicial Leiria & Cascaes para impedir a falência da empresa. O fundo Alumni, gerido pela Buriti, considera o pedido de falência, protocolado na Justiça de Santa Catarina na semana passada, como “descabido”, argumentando que a Teka é lucrativa […]
Um acionista da Teka, tradicional fabricante de tecidos de Santa Catarina, está em conflito com a administradora judicial Leiria & Cascaes para impedir a falência da empresa. O fundo Alumni, gerido pela Buriti, considera o pedido de falência, protocolado na Justiça de Santa Catarina na semana passada, como “descabido”, argumentando que a Teka é lucrativa e viável economicamente.
De acordo com fontes próximas ao caso, o fundo Alumni planeja solicitar a destituição da administradora judicial, o que pode alterar a condução do processo. A disputa reflete a tensão entre a gestão da empresa e os interesses dos acionistas, que buscam preservar a operação da Teka.
A situação da Teka é crítica, mas o fundo acredita que a empresa pode se recuperar sem a intervenção judicial. A alegação de que a empresa é lucrativa contrasta com a decisão da administradora, que busca a falência como solução para as dificuldades financeiras.
O desfecho dessa disputa pode ter implicações significativas para o futuro da Teka e para seus funcionários, além de impactar o mercado de tecidos no Brasil. A continuidade da operação da empresa dependerá das decisões judiciais e das ações do fundo Alumni nos próximos dias.
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