Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Trump provoca mais incertezas econômicas do que a pandemia, afirma vice do BCE

- Luis de Guindos, vice-presidente do BCE, critica incertezas econômicas atuais. - Ele compara a situação atual à pandemia de Covid-19, destacando riscos. - O crescimento da zona do euro é projetado em apenas 0,9% para este ano. - Guindos menciona que a confiança do consumidor está abalada por tensões geopolíticas. - O BCE mantém expectativa de inflação em 2% até o final do ano, apesar das incertezas.

As políticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estão gerando mais incerteza econômica do que a pandemia de Covid-19, conforme afirmou o vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Luis de Guindos, ao Sunday Times. Ele destacou que a nova administração dos EUA demonstra resistência ao multilateralismo, que envolve a cooperação entre países para resolver […]

As políticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estão gerando mais incerteza econômica do que a pandemia de Covid-19, conforme afirmou o vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Luis de Guindos, ao Sunday Times. Ele destacou que a nova administração dos EUA demonstra resistência ao multilateralismo, que envolve a cooperação entre países para resolver problemas comuns, o que representa uma mudança significativa e uma fonte de incerteza.

Vários membros do BCE expressaram preocupações sobre os efeitos de uma potencial guerra comercial. A presidente do BCE, Christine Lagarde, alertou que disputas comerciais podem prejudicar a economia global. Além disso, Jose Luis Escriva mencionou à Bloomberg TV que as incertezas em relação à inflação e ao crescimento tornam difícil prever movimentos nas taxas de juros. As previsões do BCE indicam um crescimento de apenas 0,9% na zona do euro para este ano.

Guindos observou que, apesar do aumento dos salários reais e da diminuição da inflação, o consumo não está se recuperando. Ele explicou que os consumidores consideram as incertezas econômicas de médio prazo, como a possibilidade de uma guerra comercial, que afetam sua confiança. Em relação aos planos de gastos com defesa dos governos europeus, Guindos considerou essa decisão positiva, embora ainda seja cedo para conclusões definitivas sobre seu impacto econômico.

Por fim, Guindos reafirmou a expectativa do BCE de que a inflação se alinhe à meta de 2% até o final deste ano ou início do próximo. Ele mencionou que todos os indicadores de serviços e inflação subjacente estão se movendo na direção correta, apesar da desaceleração na remuneração por empregado observada no quarto trimestre.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais