Dois investidores da Alemanha estão preocupados com a gestão da Bayer e criticam o desempenho do CEO Bill Anderson, especialmente em relação aos problemas legais da empresa. Ingo Speich, da Deka Investment, chamou os resultados de Anderson de “desastrosos” e afirmou que a Bayer está em um “beco sem saída estratégico”. Janne Werning, da Union Investment, mencionou que a divisão agrícola da Bayer, que motivou a compra da Monsanto por 63 bilhões de dólares em 2018, se tornou problemática devido a dificuldades operacionais e a crescente quantidade de processos judiciais. Ambos os investidores reconhecem que não há soluções rápidas e apoiam a maioria das resoluções na próxima reunião de acionistas, mas criticam a Bayer por ter anunciado um aumento de capital apenas após os resultados financeiros, o que fez as ações caírem até 10%. Desde a compra da Monsanto, as ações da Bayer caíram quase 80%, e a empresa já gastou cerca de 10 bilhões de dólares dos 16 bilhões reservados para lidar com alegações de que o herbicida Roundup causa câncer. Além disso, a Bayer enfrenta altos custos legais relacionados a PCBs tóxicos. Apesar de apoiarem um aumento de capital no futuro, Werning questionou se mais dinheiro realmente resolveria os litígios, lembrando que Anderson havia dito que não buscaria um aumento de capital.
Dois investidores alemães manifestaram preocupações sobre a gestão da Bayer, criticando os resultados do CEO Bill Anderson e a falta de soluções para os problemas legais da empresa. As declarações foram feitas antes da reunião anual de acionistas, marcada para sexta-feira.
Ingo Speich, da Deka Investment, descreveu os resultados dos dois anos de Anderson como “desastrosos”, citando a queda das ações, a alta dívida e os litígios nos Estados Unidos. Ele afirmou que a Bayer está “em um beco sem saída estratégico”. A Deka é uma das principais investidoras da empresa.
Janne Werning, da Union Investment, destacou que a divisão de ciências agrícolas da Bayer, a razão principal para a aquisição da Monsanto por US$ 63 bilhões em 2018, se tornou uma “criança problemática”. A unidade enfrenta dificuldades operacionais e a onda de processos judiciais relacionados a produtos da Monsanto continua a crescer.
Ambos os investidores reconheceram que não há soluções imediatas e se comprometeram a apoiar a maioria das resoluções na reunião. Speich criticou a Bayer por ter anunciado a intenção de buscar um aumento de capital apenas após a divulgação dos resultados financeiros, o que provocou uma queda de até 10% nas ações.
Desde a aquisição da Monsanto, as ações da Bayer caíram quase 80%. A empresa já pagou cerca de US$ 10 bilhões dos US$ 16 bilhões reservados para lidar com alegações de que o herbicida Roundup causa câncer. Além disso, a Bayer enfrenta bilhões em custos legais relacionados a PCBs tóxicos.
Deka e Union expressaram apoio a um possível aumento de capital no futuro para enfrentar os problemas legais, embora Werning tenha questionado a eficácia de mais dinheiro para resolver os litígios. Ambos os investidores ressaltaram que Anderson havia afirmado anteriormente que não buscaria um aumento de capital.
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