Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Brasil e China estreitam laços em summit sobre energia e investimentos em Xangai

**Brasil e China: Summit Valor 2025 destaca energia renovável e novas parcerias comerciais. Oportunidades surgem em meio a tensões globais.**

0:00
Carregando...
0:00

O “Summit Valor Brazil-China 2025” aconteceu em Xangai no dia 23 de abril e focou na transição energética e em novas oportunidades de investimento entre Brasil e China. O evento, promovido pela Editora Globo e Valor, em parceria com o Centro Brasileiro de Relações Internacionais e a Caixin Media, reuniu cerca de duzentas pessoas. Foram discutidos temas como agronegócio, energia renovável, mineração e indústria automotiva. O ex-embaixador do Brasil na China, Marcos Caramuru, afirmou que as relações entre os países estão em um “momento de ouro”. O vice-diretor da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China, Hua Zhong, destacou a colaboração em biomassa e energias renováveis. A Suzano, que vende celulose para a China há quarenta anos, exemplifica como o comércio une os países, e seu presidente na Ásia, Pablo Gimenez Machado, mencionou a crescente demanda por produtos de energia renovável. Fernanda Maciel, do Sistema CNA Senar, falou sobre soluções logísticas que facilitam o transporte entre Brasil e China, o que pode ajudar na exportação de frutas brasileiras. Em 2024, as exportações do Brasil para a China chegaram a US$ 94,37 bilhões, com soja liderando as vendas. Apesar de ser o maior parceiro comercial do Brasil, a China não é o principal investidor no país, mas as perspectivas de investimento são boas. Guo Junping, da Cofco, anunciou um investimento de R$ 1,2 bilhão em logística no Brasil, e a PowerChina International Group planeja investir R$ 3 bilhões em energia renovável. A guerra comercial entre EUA e China também foi discutida, com críticas à “tempestade tarifária” da administração de Donald Trump. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, acredita que Brasil e China podem fortalecer parcerias em meio à instabilidade global. O evento também abordou a presença crescente de empresas chinesas no mercado automotivo brasileiro, especialmente em veículos elétricos.

O “Summit Valor Brazil-China 2025” ocorreu em Xangai no dia 23 de abril e abordou a transição energética e novas oportunidades de investimento entre Brasil e China. O evento, promovido pela Editora Globo e Valor, em parceria com o Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri) e a Caixin Media, reuniu cerca de duzentas pessoas.

Durante o encontro, foram discutidos temas como agronegócio, energia renovável, mineração e indústria automotiva. O ex-embaixador do Brasil na China, Marcos Caramuru, destacou que as relações bilaterais estão em um “momento de ouro”. O vice-diretor da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China (NDRC), Hua Zhong, enfatizou o potencial de colaboração em áreas como biomassa e energias fotovoltaica e eólica.

A Suzano, que vende celulose para a China há quarenta anos, é um exemplo de como o comércio aproxima os países. O presidente da empresa na Ásia, Pablo Gimenez Machado, afirmou que a demanda por produtos de energia renovável continua a crescer, mesmo com a queda na natalidade chinesa. Além do comércio, há um foco na troca de conhecimento tecnológico para aumentar a produtividade.

Oportunidades Logísticas

Soluções logísticas têm sido desenvolvidas para facilitar o transporte entre Brasil e China. Fernanda Maciel, do Sistema CNA Senar, mencionou que isso abre oportunidades para a exportação de frutas brasileiras. Em 2024, as exportações brasileiras para a China totalizaram US$ 94,37 bilhões, com a soja liderando as vendas, seguida por petróleo e minério de ferro.

Apesar de ser o maior parceiro comercial do Brasil, a China não é o principal investidor no país. Frederic Kachar, CEO da Editora Globo, ressaltou que as perspectivas de investimento são otimistas. Guo Junping, da Cofco, anunciou um investimento de R$ 1,2 bilhão em logística no Brasil, enquanto a PowerChina International Group planeja um projeto de R$ 3 bilhões no setor de energia renovável.

Críticas à Guerra Comercial

A guerra comercial entre EUA e China também foi um tema central. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, criticou a “tempestade tarifária” provocada pela administração de Donald Trump. Ele acredita que Brasil e China têm a chance de fortalecer parcerias em meio à instabilidade global. Marcos Galvão, embaixador do Brasil na China, destacou a necessidade de ação diante do cenário atual.

O evento, realizado no Mandarin Oriental Pudong, também abordou a crescente presença chinesa no mercado automotivo brasileiro, especialmente em veículos elétricos. Fang Li, da World Resources Institute (WRI), mencionou projetos que integram carros à rede de energia doméstica na China.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais