O BlueBank, criado por Maurício Quadrado, está buscando comprar empresas no setor financeiro, especialmente gestoras e family offices, mas ainda precisa da autorização do Banco Central. Recentemente, Quadrado decidiu não comprar o banco Digimais, que tem uma carteira de financiamento automotivo de 1,8 bilhão de reais, devido à piora da economia, com juros altos e queda no consumo. O BlueBank está interessado em gestoras com patrimônio entre 5 bilhões e 10 bilhões de reais, além de corretoras de seguros e escritórios que cuidam de investimentos de famílias ricas. A decisão de não seguir com a compra do Digimais mostra que Quadrado está sendo cauteloso em um cenário econômico difícil, buscando aquisições que tragam valor e segurança ao banco.
O BlueBank, fundado por Maurício Quadrado, está em busca de aquisições no setor financeiro, com foco em gestoras e family offices. A instituição aguarda a autorização final do Banco Central para avançar em seus planos.
Recentemente, Quadrado optou por não adquirir o banco Digimais, que possui uma carteira de financiamento automotivo de R$ 1,8 bilhão. A decisão foi influenciada pela deterioração do cenário econômico, caracterizado por juros altos e queda no consumo.
O BlueBank está avaliando oportunidades de compra de gestoras com patrimônio entre R$ 5 bilhões e R$ 10 bilhões, além de corretoras de seguros e escritórios que gerenciam investimentos de famílias ricas. A expectativa é que, com a autorização do Banco Central, a instituição possa expandir suas operações e fortalecer sua presença no mercado financeiro.
A desistência da compra do Digimais reflete a cautela de Quadrado em um ambiente econômico desafiador. A estratégia do banqueiro parece ser focar em aquisições que possam agregar valor e segurança ao BlueBank, evitando riscos excessivos em um cenário de incertezas.
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