O Conselho de Estado da China aprovou a construção de dez novas usinas nucleares, com um investimento de 200 bilhões de iuanes, cerca de 27 bilhões de dólares. Essa decisão faz parte da expansão do setor nuclear, que já vinha aprovando entre 10 e 11 unidades por ano desde 2022. As novas usinas usarão tecnologias desenvolvidas no país e serão instaladas em cinco usinas já existentes. Em 2023, o investimento em energia nuclear na China alcançou um recorde de 146,9 bilhões de iuanes. Até o final de 2024, a China deve operar 57 usinas nucleares, com uma capacidade total de quase 60 gigawatts, e a energia nuclear deve representar 5% da geração total de energia do país, com a expectativa de crescer para 10% até 2040. A China é atualmente a terceira maior potência em energia nuclear do mundo, atrás dos Estados Unidos e da França, e já produz 100% dos equipamentos essenciais para essa energia. O país também planeja aumentar sua autossuficiência e colaborar com outras nações nucleares.
O Conselho de Estado da China aprovou a construção de dez novas unidades de geração nuclear, conforme reportagem do jornal governamental *The Paper*. O investimento total é estimado em 200 bilhões de iuanes (aproximadamente US$ 27 bilhões ou R$ 155 bilhões). Essa decisão dá continuidade à expansão do setor, que já aprovou entre 10 e 11 unidades anualmente desde 2022.
Os novos projetos utilizarão tecnologias nacionais e serão implementados em cinco usinas nucleares existentes: Fangchenggang em Guangxi, Sanmen em Fujian, Haiyang em Shandong, Xiapu em Chongqing e Taishan em Guangdong. O investimento em engenharia e construção de energia nuclear na China atingiu um recorde de 146,9 bilhões de iuanes em 2023, segundo a Associação Chinesa de Energia Nuclear.
Crescimento do Setor Nuclear
Até o final de 2024, a China deverá operar 57 unidades nucleares, com uma capacidade instalada de quase 60 gigawatts. A energia nuclear representou cerca de 5% da geração total de energia do país em 2024, com expectativa de crescimento para 10% até 2040. A China atualmente ocupa o terceiro lugar global em capacidade nuclear, atrás dos Estados Unidos e da França.
O relatório da associação também destaca que a China alcançou 100% de produção nacional de equipamentos essenciais para energia nuclear. O país planeja acelerar a autossuficiência e promover a cooperação internacional, especialmente com nações nucleares e países da Iniciativa Cinturão e Rota.
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