Os Estados Unidos e o Reino Unido assinaram um novo acordo comercial que mantém tarifas de 10% sobre a maioria dos produtos, com algumas exceções para veículos, aço e alumínio. Este é o primeiro acordo comercial feito pelos EUA desde que o presidente Trump anunciou tarifas recíprocas para outros países. Apesar da relação próxima entre os dois países, o Reino Unido não conseguiu convencer Trump a eliminar todas as tarifas. O acordo permite que o Reino Unido exporte até 100 mil veículos por ano com uma tarifa de 10%, enquanto veículos adicionais terão uma taxa de 25%. A indústria de aço e alumínio britânica poderá exportar sem tarifas, reduzindo a taxa anterior de 25%. Todos os outros produtos do Reino Unido ainda terão a tarifa de 10%. Trump afirmou que esse é o menor imposto que será aplicado a outros parceiros comerciais. Analistas acreditam que essa tarifa de 10% pode ser um padrão para futuros acordos, mas com a possibilidade de algumas exceções, como as que o Reino Unido conseguiu.
Os Estados Unidos e o Reino Unido firmaram um acordo comercial histórico que mantém tarifas de 10% sobre a maioria dos bens. O anúncio ocorreu na quinta-feira, após negociações entre os dois países. O acordo é o primeiro desde que o presidente Donald Trump implementou tarifas recíprocas globalmente.
O Reino Unido, que possui um superávit comercial com os EUA, conseguiu um tratamento favorável. O acordo permite a exportação de 100 mil veículos anualmente com a tarifa de 10%, enquanto veículos adicionais enfrentarão uma taxa de 25%. As indústrias de aço e alumínio britânicas também se beneficiarão, com a eliminação de tarifas que antes eram de 25%.
Apesar do avanço, todos os outros bens importados do Reino Unido ainda estarão sujeitos à tarifa de 10%. Trump afirmou que essa é a menor tarifa específica que será aplicada a parceiros comerciais. Ele indicou que acordos semelhantes podem ser raros, dada a relação equilibrada entre os dois países.
Analistas destacam que a tarifa de 10% pode se tornar um padrão para futuras negociações. Jan Hatzius, economista-chefe do Goldman Sachs, observou que o acordo sugere uma flexibilidade maior do que o esperado em tarifas setoriais. Abiel Reinhart, economista do JPMorgan, também comentou que a possibilidade de manter tarifas de pelo menos 10% em bens é alta.
O acordo com o Reino Unido pode abrir espaço para negociações específicas com outras nações, especialmente em setores como automóveis, onde o Japão, por exemplo, representa uma parte significativa das importações dos EUA.
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