A Justiça aceitou o pedido de recuperação judicial do Grupo Safras, um grande grupo do agronegócio em Mato Grosso, que enfrenta uma dívida de quase R$ 2,2 bilhões. A decisão foi tomada pela juíza Giovana Pasqual de Mello e inclui quase todas as empresas do grupo, exceto a subsidiária RD Armazéns, que não foi considerada essencial para resolver a crise. A empresa AJ1 foi escolhida como administradora judicial e tem 48 horas para formalizar o compromisso. O Banco do Brasil é um dos principais credores do grupo, que atribui sua situação à queda do preço da soja em 2023. O Grupo Safras terá dois meses para apresentar um plano de recuperação, que será feito com a ajuda de consultorias financeiras e jurídicas.
A Justiça deferiu, nesta terça-feira, o pedido de recuperação judicial do Grupo Safras, um conglomerado do agronegócio em Mato Grosso, que enfrenta uma dívida de quase R$ 2,2 bilhões. A decisão foi proferida pela juíza Giovana Pasqual de Mello, da 4ª Vara Cível de Sinop (MT), e abrange quase todas as empresas do grupo, exceto a subsidiária RD Armazéns.
A juíza justificou a exclusão da RD Armazéns, afirmando que não ficou comprovada sua essencialidade para a superação da crise econômico-financeira do conglomerado. A empresa AJ1 foi nomeada como administradora judicial e terá 48 horas para assinar o termo de compromisso. O Banco do Brasil é um dos principais credores do Grupo Safras, que é controlado por Dilceu Rossatto e Pedro Moraes Filho.
O grupo atribui sua recuperação judicial à queda do preço da soja em 2023. Com a decisão, o Grupo Safras terá um prazo de dois meses para apresentar um plano de recuperação, que será elaborado em conjunto com os escritórios Makalu Partners, Mubarak Advogados e Daniel Carnio Advogados.
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