A Cemig foi obrigada a depositar R$ 912,2 milhões por causa de um déficit no seu plano de previdência. Esse valor representa metade do déficit total do plano. A empresa também conseguiu uma decisão judicial que suspendeu a venda de quatro usinas pequenas, que estava programada para dezembro de 2024. A Cemig vai recorrer dessa decisão na Justiça.
A Cemig (CMIG4) foi ordenada a depositar R$ 912,2 milhões em decorrência de uma ação movida pela Fundação Forluminas (Forluz) sobre o déficit do Plano A de Previdência Complementar de 2022. O valor representa 50% do déficit técnico ajustado do plano e está registrado como passivo nas demonstrações financeiras da empresa.
Além disso, a Cemig e sua subsidiária Cemig Geração e Transmissão (CEMIG GT) conseguiram uma tutela de urgência que suspendeu o leilão de quatro usinas de pequeno porte. O leilão, que estava agendado para 5 de dezembro de 2024, envolvia a venda dos direitos de exploração das usinas Machado Mineiro, Sinceridade, Martins e Marmelos. A empresa anunciou que irá recorrer da decisão judicial.
Esses eventos ocorrem em um contexto de desafios financeiros para a Cemig, que já enfrentava questões relacionadas ao déficit do plano de previdência e estava em processos judiciais sobre a venda de usinas. A situação atual pode impactar a estratégia da companhia e suas operações futuras.
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