Um grupo brasileiro de bens de consumo está tendo dificuldades para patrocinar clubes da Série A do futebol, pois os valores dos contratos aumentaram muito por causa da presença de casas de apostas. Atualmente, apenas dois clubes, Red Bull Bragantino e Mirassol, não têm casas de apostas como patrocinadoras principais. Por exemplo, a Sportingbet fechou um contrato de R$ 170 milhões com o Palmeiras, enquanto a patrocinadora anterior pagava R$ 80 milhões. O Corinthians, que rompeu com a Vai de Bet, pediu três vezes mais do que o valor anterior de R$ 30 milhões e acabou fechando com a Esporte da Sorte por R$ 60 milhões. Isso mostra a competição crescente entre as casas de apostas, que já são cerca de 80 no Brasil. A presença dessas marcas não é nova, mas a competição por espaço publicitário aumentou com a perda do monopólio da Globo sobre os direitos de transmissão. Um executivo acredita que, em dois a três anos, os preços dos patrocínios podem cair à medida que o mercado se estabiliza, o que pode abrir novas oportunidades para outras empresas no futebol brasileiro.
Um tradicional grupo fabricante brasileiro de bens de consumo enfrenta dificuldades para patrocinar clubes da Série A do futebol nacional. O aumento dos valores de patrocínio, impulsionado pela presença de casas de apostas online, tem dificultado a inserção de novas marcas no esporte.
Atualmente, apenas dois dos 20 clubes da Série A, Red Bull Bragantino e Mirassol, não possuem uma casa de apostas como patrocinadora master. A empresa interessada em patrocinar um clube sente a pressão do mercado, onde contratos como o da Sportingbet com o Palmeiras, avaliado em R$ 170 milhões anuais, refletem a inflação dos valores. Em comparação, a patrocinadora anterior pagava cerca de R$ 80 milhões.
Além disso, o Corinthians, após romper com a Vai de Bet, buscou um novo patrocinador e pediu três vezes mais do que o valor anterior, que era de R$ 30 milhões. O clube acabou fechando com a Esporte da Sorte por R$ 60 milhões. Essa situação evidencia a crescente competição entre as casas de apostas, que já somam cerca de 80 empresas operando legalmente no Brasil.
Aumento da Exposição
A presença de marcas de apostas no futebol brasileiro não é uma novidade. Empresas como Samsung e LG já utilizaram camisas de clubes para se estabelecer no mercado. A exposição proporcionada pelo futebol é vista como uma estratégia eficaz para aumentar a visibilidade das marcas. Com a perda do monopólio da Globo sobre os direitos de transmissão, a competição por espaço publicitário se intensificou, elevando ainda mais os preços.
O cenário atual sugere que, em um futuro próximo, os valores dos patrocínios possam se estabilizar. Um executivo do setor, que prefere não ser identificado, acredita que em dois a três anos, os preços devem cair à medida que o mercado se consolida e as marcas se tornam mais conhecidas. Essa expectativa pode trazer novas oportunidades para empresas que buscam se destacar no competitivo ambiente do futebol brasileiro.
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