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Estados Unidos mantêm demanda por profissionais qualificados em diversas áreas

O mercado de trabalho nos EUA enfrenta lacunas, e brasileiros como Robson Capasso e Carolina Reis Oliveira se destacam em tecnologia e saúde.

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Os Estados Unidos continuam a ser um lugar atrativo para profissionais qualificados, especialmente nas áreas de tecnologia e saúde, mesmo com as políticas restritivas do governo Trump. Um estudo recente mostra que a população ativa nos EUA está diminuindo, o que cria vagas no mercado de trabalho. Profissionais brasileiros, como Robson Capasso e Carolina Reis Oliveira, estão se destacando no Vale do Silício. Capasso, médico e professor na Universidade Stanford, vive nos EUA desde 1999 e trabalha em pesquisa e inovação, tendo contribuído para o desenvolvimento de um recurso que detecta apneia do sono. Carolina, cofundadora da One Skin, se mudou para os EUA em busca de melhores oportunidades para sua empresa de biotecnologia, após dificuldades no Brasil. Ela conseguiu apoio em uma aceleradora em São Francisco, onde fez importantes conexões. Alex Dantas, que sempre sonhou em trabalhar com robótica, também se destacou ao fundar um centro de inovação em Oakland. Ele acredita que a persistência é fundamental para o sucesso. No setor financeiro, brasileiros enfrentam desafios para serem reconhecidos, mas podem melhorar suas chances com cursos e certificações nos EUA e construindo uma boa rede de contatos.

Os Estados Unidos permanecem como um destino atrativo para profissionais qualificados, especialmente nas áreas de tecnologia e saúde, mesmo com as políticas restritivas do governo Trump. A queda na população ativa nos EUA, conforme estudos recentes, tem gerado lacunas no mercado de trabalho, criando oportunidades para brasileiros como Robson Capasso e Carolina Reis Oliveira.

Um levantamento da McKinsey & Company aponta que a população em idade ativa nos EUA atingiu seu pico em dois mil e sete e vem diminuindo. A Texas A&M University projeta uma queda de sete vírgula quatro por cento na população de dezoito anos entre dois mil e vinte e seis e dois mil e trinta. Mauricio Benvenutti, sócio da StartSe, destaca que, apesar das restrições, o número de vagas abertas supera a capacidade do mercado interno de preenchê-las.

O governo americano oferece incentivos e vistos especiais para atrair talentos nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM). Robson Capasso, médico e professor na Universidade Stanford, exemplifica essa trajetória. Ele se mudou para os EUA em mil novecentos e noventa e nove e, após anos de formação, atua em pesquisa e inovação, liderando projetos como o recurso de detecção de apneia do sono do Galaxy Watch2.

Oportunidades no Vale do Silício

Carolina Reis Oliveira, cofundadora da One Skin, também se destaca no Vale do Silício. Com um foco em biotecnologia, ela desenvolve produtos para combater o envelhecimento da pele. Após iniciar sua carreira no Brasil, decidiu se mudar para os EUA em dois mil e dezesseis, onde teve acesso a mentorias e conexões valiosas.

Alex Dantas, que começou sua jornada nos EUA em dois mil e um, fundou o Circuit Launch em dois mil e dezessete, um centro de inovação em robótica. Ele destaca a importância da persistência e do aprendizado contínuo para alcançar o sucesso no competitivo ambiente do Vale do Silício.

Desafios e Estratégias

No setor financeiro, Paulo Gitz, que atua em Miami, aponta que o maior desafio para brasileiros é validar suas qualificações. Ele recomenda cursos em instituições americanas e a construção de uma rede de contatos como estratégias essenciais para se destacar no mercado. A demanda por especialistas é crescente, especialmente com a expansão de empresas brasileiras nos EUA.

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