O setor de gestão de patrimônio está mudando com o uso de tecnologias como assistentes digitais que falam a língua da Geração Z. Em vez de depender de consultores experientes, as empresas estão usando inteligência artificial para criar esses novos especialistas, que se comunicam de forma mais informal e acessível. Isso acontece em um momento em que as práticas tradicionais estão sendo desafiadas por robo-advisers e influenciadores financeiros. Embora a IA possa oferecer serviços 24 horas por dia, é importante lembrar que as habilidades interpessoais dos consultores humanos ainda são valiosas. Esses profissionais podem entender melhor as emoções dos clientes e oferecer conselhos mais personalizados, algo que a tecnologia ainda não consegue fazer completamente. Além disso, muitos jovens têm dificuldade em pagar por serviços financeiros tradicionais, o que levou ao surgimento de opções mais baratas, como os robo-advisers. A Arta Finance, por exemplo, oferece consultores de IA que podem responder a perguntas de forma descontraída, mas também disponibiliza acesso a profissionais humanos. Outras empresas, como a Robinhood, estão desenvolvendo suas próprias ferramentas de IA, mas sem o suporte humano, o que pode ser arriscado para investidores inexperientes. A tecnologia tem um papel crescente na assessoria financeira, mas a pressa em adotá-la pode ser um erro.
O setor de gestão de patrimônio está se adaptando para atrair a Geração Z, utilizando inteligência artificial (IA) generativa para criar assistentes digitais. Essas novas ferramentas se comunicam de forma mais próxima ao público jovem, utilizando gírias e uma linguagem acessível. Essa mudança representa uma ruptura com as práticas tradicionais do setor, que já enfrentou desafios com a popularização dos robo-advisers e influenciadores financeiros.
Startups como a Arta Finance estão na vanguarda dessa transformação, oferecendo consultores de IA que podem interagir por voz ou texto. A empresa destaca a importância das habilidades interpessoais, que ainda são uma vantagem dos consultores humanos. A assessoria financeira vai além de números; envolve entender as emoções e preocupações dos clientes, especialmente em momentos de volatilidade do mercado.
A pesquisa da Credit Karma de 2025 revela que 77% dos jovens utilizam plataformas online para tirar dúvidas sobre finanças. Apesar da popularidade da IA, é importante lembrar que essa tecnologia ainda apresenta limitações, como a possibilidade de fornecer informações imprecisas, conhecidas como “alucinações”.
A Arta Finance oferece acesso a profissionais humanos, mas outras empresas, como a Robinhood, planejam lançar assistentes digitais sem suporte humano. Essa abordagem pode ser arriscada, especialmente para investidores inexperientes, que podem enfrentar dificuldades em momentos de crise. O setor de assessoria financeira está em evolução, e a IA promete se tornar uma característica dominante, mas a pressa em adotar essas tecnologias pode ser prejudicial.
Entre na conversa da comunidade