Um censo do Confea mostrou que 92% dos profissionais da área tecnológica no Brasil ganham mais do que a média nacional. A pesquisa também revelou que 67% desses trabalhadores estão satisfeitos com seus empregos e acreditam que o mercado melhorou nos últimos cinco anos. A maioria dos profissionais está empregada, com 40% trabalhando sob a CLT e 11% no serviço público. Além disso, a renda tende a aumentar com a idade, especialmente entre os 30 e 34 anos, quando muitos ultrapassam cinco salários mínimos.
Censo do Confea revela que 92% dos profissionais da área tecnológica no Brasil têm renda acima da média nacional. A pesquisa, realizada pela Quaest, mostra que a maioria dos trabalhadores está satisfeita com suas posições e percebe uma melhora no mercado nos últimos cinco anos.
Nove em cada dez profissionais estão em atividade. O presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), Vinicius Marchese, destaca que esta é a primeira vez que dados tão abrangentes permitem entender os desafios da atuação técnica no setor. Ele observa a baixa procura por cursos na área, contrastando com a necessidade de profissionais qualificados para impulsionar inovação e infraestrutura.
A formalização no setor também é um indicativo do crescimento. Aproximadamente 40% dos trabalhadores estão sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e 11% atuam no serviço público. A pesquisa revela que 67% dos profissionais estão satisfeitos com suas posições, independentemente de idade ou formação.
Além disso, metade dos entrevistados acredita que o mercado de trabalho melhorou nos últimos cinco anos. A relação entre idade e renda mostra que os ganhos aumentam conforme os profissionais avançam na carreira, com a maior transição de renda ocorrendo entre os 30 e 34 anos, onde muitos ultrapassam cinco salários mínimos.
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