- Duas análises (Food and Water Watch e Groundwork Collaborative) apontam alta de quase 10% no custo de uma refeição completa de fim de ano nos EUA, acima da inflação de 2024.
- Pesquisa Data for Progress mostra que quase dois terços dos americanos estão estressados com os preços das festas; 37% dizem que vão comprar menos itens.
- Itens com altos aumentos incluem cebolas (aproximadamente 56%), presunto espiralado (cerca de 49%), molho de cranberry (22%) e milho cremoso (21%).
- Tarifas sobre aço e alumínio ajudam a elevar custos: frutas enlatadas subiram 5%, e o custo de enlatamento aumentou para cerca de 80% dos produtos enlatados que dependem de aço; o alumínio subiu 40%.
- Além disso, cortes no SNAP e pressões inflacionárias contribuem para queda no consumo de alimentos, com varejistas adotando itens mais baratos e promoções.
As refeições de fim de ano nos Estados Unidos devem ficar mais caras neste ano, segundo novas análises. A Food and Water Watch e a Groundwork Collaborative apontam alta de quase 10% no custo de uma refeição completa em comparação com 2024, acima da inflação. A pesquisa usa dados NIQ.
Dados adicionais indicam queda no consumo. O Data for Progress mostra que cerca de dois terços dos estadounidenses estão estressados com os preços das festas, e 37% pretendem comprar menos itens. Consumidores sinalizam cortes de gastos, encontros menores e menos viagens.
A alta afeta itens tradicionais das festas. Cebola, peru, molho de cranberry e milho cremoso apresentam aumentos expressivos, acima de 20% em relação ao ano anterior. Frutas enlatadas também sobem, com pressão adicional de tarifas sobre o aço que elevam custos de enlatamento.
Segundo as análises, o impacto se soma a fatores de política econômica. As tarifas sobre aço e alumínio ajudam a elevar custos de produção e repasse ao varejo. Empresas de varejo já sinalizam mudanças em ofertas, com menos itens quando necessário e uso de marcas próprias.
Mudanças no cenário e respostas
- O preço do peru no atacado tem registrado altas, com impactos divulgados por universidades e associações agrícolas.
- O governo anterior e o discurso da atual administração divergem na avaliação da trajetória da inflação alimentar.
- Redes de varejo adotam estratégias de redução de itens e substituição por opções mais baratas, em especial perus congelados e itens de padaria menos caros.
Perspectivas de fim de ano
- Consumidores reduzem gastos em alimentos e eventos festivos.
- Estimativas indicam que o custo total de refeições pode seguir pressionado no curto prazo.
- Observadores apontam que medidas tarifárias e variações sazonais devem influenciar preços nos próximos meses.
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