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Economia da China fica estagnada em novembro e aumentam pedidos de reforma

A indústria chinesa cresce 4,8% e as vendas no varejo sobem 1,3%, sinalizando necessidade de reformas e menos espaço para estímulos até 2026

Vista de Pequim, na China
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  • A produção industrial da China cresceu 4,8% em novembro, a menor alta em quinze meses, ante 4,9% em outubro.
  • As vendas no varejo aumentaram 1,3% no mesmo mês, desempenho mais fraco desde dezembro de 2022.
  • Economistas apontam menor espaço para novos estímulos, com subsídios ao consumo já em recuo.
  • O FMI pediu reformas estruturais e solução do setor imobiliário, estimando que a resolução custará cerca de 5% do PIB nos próximos três anos.
  • O enfraquecimento do consumo e o peso da crise imobiliária mantêm risco de deflação, enquanto exportações sustentam o crescimento, e aliados pressionam por ações para apoiar a demanda doméstica.

O crescimento da indústria chinesa desacelerou novamente em novembro, com produção industrial avançando 4,8% ante o mesmo mês de 2023, menor ritmo desde ago/2024. As vendas no varejo cresceram 1,3% na mesma base, linha mais fraca desde dez/2022. O desempenho frustrar previsões do mercado.

A recuperação depende de estímulos e da confiança do consumidor, porém há sinais de esgotamento de subsídios internos. Analistas destacam que a China pode enfrentar menos espaço para novas medidas de estímulo neste momento.

Contexto econômico do país

A produção industrial manteve o ritmo de expansão, mas a desaceleração em novembro indica fragilidade do setor industrial, após a reação inicial à saída das restrições da Covid-19. A indústria tem dependido de exportações para sustentar o crescimento.

Desafios para o consumo e setor imobiliário

As políticas para impulsionar o consumo amargam efeitos, com a crise imobiliária pesando sobre gastos de famílias. Economistas afirmam que o setor imobiliário precisa de reformas para recuperar a confiança e a atividade econômica.

Perspectivas e recomendações internacionais

O FMI pede reformas estruturais e ações para o setor imobiliário, estimando custo equivalente a 5% do PIB nos próximos três anos para mitigar o problema. A autoridade chinesa enfatiza a necessidade de ajustes para sustentar a economia até 2026.

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