- O Ministério do Trabalho e os sindicatos CC OO e UGT concordaram em ampliar para dez dias a permissão por falecimento de um familiar, ainda sem apoio da patronal.
- Para virar lei, o acordo precisa do aval do Parlamento.
- A proposta inclui ainda quinze dias para cuidados paliativos e um dia para acompanhamento na eutanásia.
- O prazo de dez dias pode ser repartido ao longo de quatro semanas a partir da data do falecimento.
- O secretário de Estado do Trabalho, Joaquín Pérez Rey, pediu apoio dos grupos parlamentares; a patronal permanece resistente.
O Ministério do Trabalho da Espanha fechou, nesta semana, acordo com os sindicatos CC OO e UGT para ampliar os permisos de falecimento. A proposta prevê até 10 dias de afastamento, a ser repartido ao longo de quatro semanas, a partir da morte de um familiar. A medida ainda depende da aprovação do Parlamento.
Além disso, o texto em discussão cria dois novos direitos: 15 dias de permisos para cuidados paliativos e 1 dia de afastamento para acompanhamento em casos de eutanásia. O objetivo é ampliar a proteção aos trabalhadores diante de situações de término de vida e de cuidados médicos intensivos.
O secretário de Estado do Trabalho, Joaquín Pérez Rey, pediu posicionamento dos grupos parlamentares para viabilizar a mudança. O setor empresarial é divergente e não sinalizou apoio claro à proposta, que ainda aguarda a anuência do Parlamento.
Contexto: o acordo envolve o Ministério de Trabalho e as principais centrais sindicais, com apoio declarado de autoridades, mas resistência patronal. A tramitação exigirá avaliação legislativa, com calendário ainda não definido.
A situação atual oferece dois dias de licença por falecimento de um filho, além de lacunas para hospitalizações e acompanhamento em eutanásia. A proposta busca preencher esses espaços com regras claras de afastamento e direitos correlatos.
Parlamentares e especialistas divergem sobre impactos práticos, como custos para empresas e efeitos em produtividade. O governo afirma que as mudanças representam avanço em direitos trabalhistas e proteção social.
Fonte: ministério e sindicatos envolvidos, com referência à atuação do Departamento de Trabalho do governo. A pauta segue sob análise parlamentar e pode sofrer ajustes antes da promulgação.
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