- Neal Mohan, CEO do YouTube, afirmou em entrevista à Time que limita o tempo de seus filhos nas plataformas, sendo mais rígido durante a semana e mais flexível nos fins de semana.
- O YouTube criou o YouTube Kids em 2015 para oferecer uma versão mais segura da plataforma para crianças.
- O objetivo do executivo é facilitar aos pais o gerenciamento personalizado do uso da plataforma, respeitando as diferentes dinâmicas de cada família.
- A preocupação com os efeitos das mídias sociais no bem-estar infantil tem aumentado, com especialistas defendendo restrições ao acesso de smartphones e redes sociais por menores.
- Além disso, alguns players adotam medidas semelhantes, como a Austrália, que proibiu menor de 16 anos de usar redes sociais, e nomes como Bill Gates, Mark Cuban e Susan Wojcicki já adotaram controles.
O CEO do YouTube, Neal Mohan, afirmou em entrevista à Time que controla o tempo que seus filhos passam em plataformas, incluindo o YouTube. Mohan assumiu em 2023 e foi indicado pela Time como CEO do ano.
Ele adota regras mais rígidas durante a semana e mais flexíveis nos fins de semana. Mohan tem dois filhos e uma filha, e sustenta que é responsabilidade dos pais gerenciar o uso de redes pela família. O YouTube criou o YouTube Kids em 2015 para oferecer uma opção mais segura.
Ampliação da discussão
Especialistas como Jonathan Haidt, da NYU, sugerem restringir smartphones para crianças antes de 14 anos e redes sociais antes de 16. A Austrália aprovou lei para restringir o acesso de menores de 16 às principais plataformas, com ampla aprovação pública, embora a implementação enfrente resistência.
Outros nomes da tecnologia também adotam medidas semelhantes. Bill Gates disse que seus filhos tiveram celulares aos 14 anos; Mark Cuban aplicou controles para monitorar atividades online; Susan Wojcicki, ex-CEO do YouTube, restringia buscas a conteúdos do YouTube Kids.
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