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Ex-engenheiro do Google é condenado nos EUA por roubo de segredos de IA

Júri em São Francisco condena Linwei Ding por espionagem econômica e roubo de segredos de IA da Google para beneficiar duas empresas chinesas

Sombra de um homem projetada em frente ao logo do Google — Foto: Reuters/Dado Ruvic
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  • Um ex-engenheiro de software do Google foi condenado em São Francisco, EUA, por espionagem econômica e roubo de segredos comerciais para beneficiar duas empresas chinesas às quais supostamente trabalhava secretamente.
  • O acusado, Linwei Ding (Leon Ding), é cidadão chinês de 38 anos e foi considerado culpado após julgamento de onze dias.
  • Foram 7 acusações de espionagem econômica e 7 de roubo de segredos, envolvendo milhares de páginas de informações confidenciais.
  • As penas máximas previstas são: até 15 anos de prisão e multa de até US$ 5 milhões por cada acusação de espionagem econômica; até 10 anos de prisão e multa de US$ 250 mil por cada acusação de segredos comerciais.
  • Ding tem audiência preliminar marcada para três de fevereiro, segundo o Departamento de Justiça dos EUA.

Linwei Ding, também conhecido como Leon Ding, é um ex-engenheiro de software do Google que foi condenado nos EUA por espionagem econômica e roubo de segredos comerciais. O júri federal de São Francisco decidiu nesta quinta-feira (29) que ele agiu para beneficiar duas empresas chinesas às quais trabalhava secretamente.

Ding, de 38 anos, foi considerado culpado após um julgamento de 11 dias por sete acusações de espionagem econômica e sete de roubo de segredos comerciais, envolvendo milhares de páginas de informações confidenciais da gigante tecnológica. As acusações trazem penas máximas de até 15 anos de prisão e multas de até US$ 5 milhões por cada crime de espionagem econômica, além de até 10 anos e US$ 250 mil por cada segredo comercial.

Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, o condenado usou acessos a dados da Google para beneficiar as empresas chinesas alvo. A audiência preliminar está marcada para 3 de fevereiro, conforme information do DOJ. As acusações não especifiam os nomes das empresas envolvidas.

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