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Hassett diz acordo com Irã reduzir o petróleo e abrir espaço para cortes do Fed

Acordo com Irã pode derrubar preços da energia e ampliar espaço do Fed para cortar taxas, diz Hassett à Fox News

Assessor de Trump afirmou que recuo nos combustíveis pode até levar a inflação negativa,
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  • Kevin Hassett, principal assessor econômico do presidente Donald Trump, afirmou que uma eventual queda nos preços do petróleo, após um acordo com o Irã, poderia abrir espaço para o Federal Reserve reduzir as taxas de juros.
  • Hassett fez as declarações à Fox News, em meio a Trump dizer que as negociações com Teerã estão ocorrendo de forma ordenada e construtiva.
  • Ele afirmou que, assim que os preços da energia caírem, haverá bastante espaço para o Fed agir com cortes nas taxas.
  • O assessor ressaltou que a inflação está fortemente ligada aos preços da energia e que, com queda neste fator, poderia haver inflação mais baixa, ou até negativa.
  • Dados do IPC de abril mostram alta de 3,8% no índice, com o núcleo em 2,8%, refletindo pressão inflacionária recente apesar da possível desaceleração energética.

Kevin Hassett, principal assessor econômico de Donald Trump, afirmou que um acordo com o Irã que reduza os preços do petróleo pode abrir espaço para cortes de juros do Fed.

Durante entrevista à Fox News, Hassett disse que, assim que houver queda nos preços de energia, haverá espaço para o Federal Reserve agir com cortes nas taxas, mantendo a independência do banco central.

Ele elogiou a nomeação de Kevin Warsh para presidir o Fed, destacando que o presidente quer uma instituição “totalmente independente” e que possa agir conforme necessário.

Hassett também comentou sobre o impacto da energia na inflação, ressaltando que, embora o petróleo tenha aumentado, o núcleo da inflação tem se movido pouco, o que, segundo ele, pode favorecer quedas futuras.

Segundo o assessor, a energia influencia mais fortemente a inflação do que o núcleo, e, com a redução dos preços de energia, pode ocorrer inflação negativa. A informação foi publicada pela Bloomberg.

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