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Reino Unido deve aliviar tarifas de aço, fabricantes alertam sobre custos

Governo britânico avalia isenções de tarifas de aço após fabricantes alertarem para aumento de custos, com decisões a serem finalizadas antes de 1 de julho

Ministers hope to finalise details of a reprieve for certain industries.
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  • O governo britânico avalia aliviar algumas tarifas sobre aço importado após avisos de fabricantes de aumentos de custos.
  • O Departamento de Negócios e Comércio realiza reuniões com líderes de grupos comerciais de aço para definir um alívio para setores específicos.
  • Em março, foram anunciados tarifas de importação de aço em 50% e reduções de quotas em até 60%.
  • As tarifas e quotas precisam entrar em vigor até 1 july, quando expiram as salvaguardas atuais.
  • Aproximadamente 70% do aço do Reino Unido é importado, com objetivo de reduzir esse peso para 50%.

O governo britânico avalia isenções temporárias aos tarifas de aço importado após avisos de custo elevado para fabricantes nacionais. Medidas anunciadas em março visam preservar a produção britânica, com dívidas tarifárias em foco.

Representantes do Department of Business and Trade encontraram líderes de grupos comerciais de aço nesta semana para definir detalhes de um alívio para setores específicos. A ideia é ajustar a lista de tarifas.

As tarifas de importação foram ampliadas para 50% e as quotas reduzi­das em até 60%, com objetivo de reduzir a dependência externa. As medidas precisam entrar em vigor até 1º de julho.

Ao mesmo tempo, o governo negocia com a União Europeia para evitar queda similar de quotas e aumento de tarifas, visando proteger indústrias de importações baratas de países como China e Vietnam.

  • UK Steel informou ter apresentado propostas abrangentes para retirar certos produtos da lista de tarifas, a fim de proteger setores que não conseguem suprir demanda interna.

Um porta-voz do setor afirmou que outras atividades também contribuíram com sugestões para a política final, e que continuam as discussing com os fabricantes impactados.

Dados oficiais apontam que cerca de 70% do aço do Reino Unido é importado, com as salvaguardas buscando reduzir esse índice para 50%.

Gareth Stace, diretor da UK Steel, destacou a necessidade de equilibrar proteção ao conjunto da indústria e às fábricas de aço sob a pressão de tarifas da UE. Ele disse que as salvaguardas provisórias já estimulam fornecimento doméstico e criação de empregos.

William Bain, da British Chambers of Commerce, disse que há forte impacto de quotas e tarifas nos custos de construção, manufatura e engenharia. O governo tem ouvido as informações e deve anunciar propostas finais em breve.

O secretário de Comércio, Peter Kyle, também tratou com a UE sobre proteger fabricantes britânicos de reduções de quota que seriam consideradas por Bruxelas. Ele afirmou que algumas salvaguardas são disruptivas, mas que o objetivo é defender mercados internos.

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