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Ibovespa cai com recuo do petróleo e expectativa de acordo EUA–Irã

Ibovespa cai com recuo do petróleo e Petrobras, enquanto avanços nas negociações entre EUA e Irã mantêm otimismo e movem os mercados

Fechamento 12/06/2026
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  • O Ibovespa caiu 0,21%, fechando em 171.133 pontos, com as ações da Petrobras recuando diante da queda do petróleo; o índice ainda acumula ganho semanal de 1,25%.
  • O dólar comercial fechou em R$ 5,06, com queda de 0,69%, e a moeda norte-americana recuou 2,06% na semana.
  • Investidores ficaram de olho em um possível acordo de paz entre Estados Unidos e Irã para reabrir o Estreito de Ormuz, com relatos de avanços e expectativa de assinatura nos próximos dias.
  • O IPO da SpaceX movimentou o mercado, levantando US$ 75 bilhões e fechando o dia com alta de 19%, o que elevou o patrimônio de seu fundador a US$ 1 trilhão.
  • Entre as ações brasileiras, Itaú Unibanco subiu 0,30% e Vale avançou 0,47%, ajudando a conter perdas, enquanto Petrobras, Copasa, B3, Axia, Prio e Equatorial tiveram queda.

O Ibovespa fechou em queda de 0,21%, aos 171.133 pontos, eclipsando ganhos anteriores. A queda veio seguindo a recuperação do petróleo e o recuo das ações da Petrobras, pressionando o índice brasileiro.

As atenções estavam voltadas para as negociações entre EUA e Irã, com expectativa de acordo para reabrir o Estreito de Ormuz e limitar o programa nuclear iraniano. Notícias apontavam avanços.

O dólar caiu 0,69%, encerrando em R$ 5,06, e o resultado semanal mostrou recuo de 2,06%. No ambiente corporativo, Petrobras perdeu 1,72%, influenciada pela queda do petróleo, enquanto Vale subiu 0,47%.

Entre notícias setoriais, Itaú Unibanco avançou 0,30% e BB Seguridade, Bradesco e Embraer registraram ganhos. Copasa, B3, Axia, Prio e Equatorial tiveram quedas.

No cenário macro, investidores monitoraram a agenda de inflação e as pressões por reformas fiscais. O IPCA de maio veio 0,58% acima do estimado, elevando a inflação em 12 meses para 4,72%.

As atenções agora se voltam para reuniões de política monetária no Brasil e EUA na próxima semana, com bancos centrais enfrentando sinais de inflação e trajetórias de juros.

Com informações da Bloomberg News.

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