- O MEC reabriu, de forma excepcional, o Ciclo 2026 da Política de Educação Conectada para redes e escolas que não finalizaram as etapas, com novas oportunidades de participação e acesso a recursos.
- Redes de ensino devem indicar as escolas participantes entre 8 e 11 de junho via o módulo Educação Conectada no Simec; gestores escolares têm até 18 de junho para concluir etapas no PDDE Interativo.
- As etapas obrigatórias no PDDE Interativo envolvem monitoramento, adesão à política e envio do Plano de Aplicação Financeira (PAF); o envio precisa ficar em andamento ou concluído no sistema.
- A regularização inclui instalar o Medidor Educação Conectada nas escolas com internet; há materiais de apoio para monitoramento, adesão e regularização junto ao FNDE.
- Mesmo com a conclusão das etapas, podem haver pendências com o FNDE que impedem repasses; o MEC ressalta a necessidade de manter informações atualizadas e regularizadas.
O Ministério da Educação reabriu, de forma excepcional, os sistemas do Ciclo 2026 da Política de Inovação Educação Conectada (Piec). Redes de ensino e unidades escolares que não haviam concluído as etapas podem participar novamente para acessar recursos de conectividade.
A reabertura vale para redes que precisam selecionar escolas participantes entre 8 e 11 de junho, via Simec. Gestores escolares têm até 18 de junho para concluir as etapas no PDDE Interativo, incluindo monitoramento, adesão à política e envio do Plano de Aplicação Financeira (PAF).
A ação busca ampliar a participação e manter o acesso aos recursos destinados à melhoria da conectividade das escolas públicas. Quem já completou todas as fases permanece protegido pelos critérios da Portaria SEB/MEC nº 130/2026.
Etapas operacionais
A seleção de escolas pela rede de ensino é requisito para avançar no PDDE Interativo. Após o envio pela secretaria, a atualização entre os sistemas ocorre no dia útil seguinte. Por isso, a orientação é realizar o procedimento rapidamente para cumprir prazos.
No PDDE Interativo, três etapas são obrigatórias: monitoramento, adesão à política e envio do PAF. O monitoramento envolve um questionário sobre conectividade e uso pedagógico. A ordem de envio do PAF pode influenciar o desempate entre as escolas.
Regularização e apoio
Todas as escolas com internet instalada devem usar o Medidor Educação Conectada, que monitora velocidade e qualidade da conexão. O instrumento é gratuito e contribui para a classificação na distribuição de recursos.
A conclusão das etapas não assegura, por si só, o recebimento de recursos. Pendências no FNDE, como prestação de contas ou dados cadastrais incorretos, podem atrasar repasses. As escolas devem manter regularidade durante o ciclo.
Para facilitar o processo, o MEC disponibiliza materiais de apoio: tutoriais sobre o PDDE Interativo, um guia de regularização junto ao FNDE e orientações para a seleção de escolas. Esses recursos ajudam gestores e diretores a cumprir as etapas.
A Estratégia Nacional de Escolas Conectadas foi lançada em 2023 para ampliar conectividade, reduzir desigualdades e promover uso pedagógico das tecnologias. Em maio de 2026, o Brasil atingiu 100 mil escolas conectadas para fins pedagógicos. O MEC já investiu cerca de R$ 4,3 bilhões no programa.
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