- O presidente do São Paulo Futebol Clube, Julio Casares, falou publicamente pela primeira vez após a polêmica sobre venda ilegal de ingressos de camarotes no Morumbi.
- Áudios divulgados pelo Globo Esporte citam Douglas Schwartzmann, dirigente das categorias de base, e Mara Casares, ex-esposa de Casares, em suposto esquema de comercialização clandestina de camarotes.
- Na terça-feira, 16, Casares publicou posicionamento nas redes sociais, dizendo que a instituição busca esclarecer o ocorrido e adotará as medidas cabíveis.
- O clube abriu sindicância para apurar os áudios, com auditoria externa para manter a neutralidade e evitar influência externa, além de sindicância interna pelo departamento de compliance.
- O relatório final deverá trazer informações, orientações e próximos passos, e a gestão afirma não haver favorecimento e que toda a defesa será respeitada.
O presidente do São Paulo Futebol Clube, Julio Casares, se manifestou pela primeira vez desde a divulgação de áudios envolvendo venda ilegal de ingressos de camarotes no Morumbi. O clube instaurou uma sindicância para apurar o caso e esclarecer os fatos que vieram a público.
Segundo o material apurado pelo Globo Esporte, Douglas Schwartzmann, dirigente das categorias de base, e Mara Casares, ex-esposa de Casares, aparecem citados em um suposto esquema de comercialização clandestina de camarotes. O episódio atualiza a agenda de gestão do clube e gera expectativa sobre desdobramentos internos.
Casares informou, em postagem nas redes sociais, que tomou conhecimento da conversa gravada e que a prioridade é esclarecer tudo. Ele diz que a sindicância já foi instaurada, com atuação em duas frentes: auditoria externa e apuração interna pelo departamento de compliance.
A auditoria externa visa garantir isenção, evitando qualquer influência externa. Já a sindicância interna ficará a cargo do compliance, com ouvidos de todas as partes envolvidas. O objetivo é definir responsabilidades e orientar próximos passos, sem prejulgamentos.
O São Paulo destacou que não haverá favorecimentos e que nenhuma pessoa é maior que o clube. A instituição reforçou o compromisso com a ética e com a transparência, entendendo que casos de malfeitos devem ser apurados com rigor. O andamento das apurações ainda não tem prazo informado.
Processo de apuração e próximos passos
A comissão de sindicância deve apresentar um relatório final com as conclusões e orientações. O clube não confirmou conclusão ou punições neste momento, mantendo o tom de neutralidade institucional. As autoridades administrativas deverão atuar conforme o conteúdo dos documentos analisados.
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