- O Palmeiras aprovou orçamento de R$ 1,2 bilhão para a temporada de 2026, em reunião do Conselho Deliberativo, após uma temporada sem títulos desde a chegada de Abel Ferreira.
- A sessão foi marcada por uma discussão acalorada entre Leila Pereira e o conselheiro José Corona Netto, em tom considerado fora do comum.
- Mesmo com as tensões, o orçamento foi aprovado por unanimidade pelos conselheiros.
- A projeção é de superávit de R$ 11,2 milhões em 2026, com cerca de R$ 400 milhões esperados de venda de atletas.
- Entre os jogadores em foco estão Riquelme Filipe e Allan, com o clube afirmando que ninguém é inegociável.
O Palmeiras aprovou um orçamento de 1,2 bilhão de reais para 2026, em uma sessão do Conselho Deliberativo. A decisão ocorreu após uma reunião marcada por tensões entre membros da diretoria, mas o orçamento foi aprovado por unanimidade.
A temporada de 2025 terminou sem títulos, pela primeira vez desde a chegada de Abel Ferreira em 2020. O ambiente no clube foi descrito como carregado de discussões durante a reunião em que o orçamento foi votado.
Disputa entre conselheiros
Durante a sessão, Leila Pereira teve atrito com o conselheiro José Corona Netto, que criticou o elenco montado para 2025. A troca de palavras foi considerada fora do tom pelos presentes, segundo apuração de veículos esportivos.
Perspectivas financeiras e negociações
O Palmeiras projeta um superávit de 11,2 milhões de reais para 2026. A maior parcela de receita virá de negociações de atletas, estimada em cerca de 400 milhões. Riquelme Filipe e Allan aparecem como possíveis alvos de venda.
Planos para o elenco
O clube afirma que nenhum jogador será tratado como inegociável. A direção sinaliza que, se houver oportunidade, outros nomes do elenco podem ser negociados. O histórico recente inclui vendas expressivas ao mercado internacional.
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