- Daniel Vallejo foi derrotado por Moise Kuame na segunda rodada de Roland Garros, em Paris, com parciais de 6/3, 7/5, 3/6, 2/6 e 7/6 (10-8).
- Vallejo criticou a árbitra de cadeira brasileira Ana Carvalho, dizendo que esse tipo de partida “tem que ser arbitrada por um homem”.
- O paraguaio afirmou que o público francês foi intenso e apoiou o jovem francês Kuame, o que, segundo ele, não o prejudicou, mas teria fortalecido o adversário.
- Ele disse que o árbitro enfrenta dificuldade para lidar com torcedores tumultuados e com interrupções frequentes.
- Vallejo mencionou aspectos como longas pausas e gritos contínuos do público, apontando que quem ganha tempo pode tirar vantagem.
Paris (França) – O paraguaio Daniel Vallejo foi derrotado pelo jovem francês Moise Kuame na segunda rodada de Roland Garros e gerou polêmica com declarações sobre a arbitragem após a partida.
Vallejo criticou a atuação da juíza de cadeira brasileira Ana Carvalho, sugerindo que o serviço deveria ser dirigido por um homem. A vitória de Kuame foi por 6/3, 7/5, 3/6, 2/6 e 7/6 (10-8).
O comentário ocorreu ao fim do confronto, encerrado em favor de Kuame, de 17 anos e 317º no ranking mundial. Vallejo falou sobre a tensão do público francês, que apoiou o compatriota havia, segundo ele, contribuído para um ambiente desafiador em quadra.
O paraguaio também avaliou que a torcida foi muito intensa e destacou que a maior parte do apoio recaiu sobre o jogador da casa, algo que, na visão dele, aumenta a pressão sobre o árbitro e o ritmo da partida. Ele afirmou que o requerimento físico favorece quem joga de forma rápida.
Além disso, Vallejo citou que o público demonstrou comportamento prolongado de muitas interrupções, o que, segundo ele, prejudica o andamento do jogo. Para ele, seria necessário equilíbrio entre o apoio da torcida e o controle do ritmo da partida para facilitar a atuação de todos os envolvidos.
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