- Anna Kalinskaya alcança as quartas de final de Roland Garros pela primeira vez, após vencer Potapova em três sets: 6/4, 2/6 e 7/6 (10-7), em 2h50 de jogo.
- A russa diz jogar sem pressão e valoriza a evolução no saibro, ressaltando a cabeça leve para a temporada europeia.
- Na próxima etapa, enfrenta a surpresa polonesa Maja Chwalinska, que veio do qualificatório em busca de vaga na semifinal.
- Kalinskaya, 24ª do ranking, afirmou ter encarado o saibro com pouca expectativa e treinando com a mesma dedicação.
- Ela lembrou ainda do feito em Roma, quando salvou nove match-points na estreia contra Siniakova, comentando a experiência como incrível.
Anna Kalinskaya avançou às quartas de final de Roland Garros sem a pressão típica de objetivos muito claros para a temporada de saibro. A russa, cabeça de chave 22, venceu a austríaca Anastasia Potapova em duelo de três sets com parciais de 6/4, 2/6 e 7/6 (10-7) após 2h50 de confronto.
Aos 27 anos, Kalinskaya enfrentou momentos de tensão durante o jogo decisivo, especialmente após perder o saque no 5/5 do terceiro set. Ela explicou que, de modo geral, busca manter a cabeça fria e respirar para se reorganizar a cada ponto.
Antes da vitória sobre Potapova, a jogadora já havia superado uma situação dramática em Roma, quando salvou nove match-points na estreia contra Katerina Siniakova. Em Paris, ela reforçou que chegou ao saibro europeu com mentalidade leve, sem grandes metas definidas.
A sequência na capital francesa promete continuidade com as quartas de final contra a surpreendente polonesa Maja Chwalinska, que veio do qualificatório. Kalinskaya ressaltou a evolução no saibro e a sensação de estar mais confiante após cada vitória.
Indicada como número 24 do ranking mundial, a russa comentou a importância de manter o equilíbrio entre treino intenso e serenidade mental. Ela afirmou que a prática continua, mas as mudanças passam pela forma de encarar os jogos na terceira semana do Grand Slam.
Sobre o jogo diante de Potapova, Kalinskaya descreveu a partida como a mais desafiadora do torneio até aqui, destacando a coragem da adversária e a necessidade de responder com consistência. O confronto foi marcado por longos rallys e decisões táticas-chave.
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