- Gabriel Magalhães diz que o Brasil tem menos tempo para treinar bolas paradas, o que dificulta reproduzir as jogadas do Arsenal.
- Em entrevista, o zagueiro afirmou que no Arsenal o treino é diário, enquanto na seleção o tempo disponível é curto.
- Um momento marcado foi a final da Liga dos Campeões, quando o pênalti final foi desperdiçado por ele, deixando o Arsenal como vice-campeão diante do Paris Saint‑Germain.
- Marquinhos abraçou Gabriel após a cobrança e, segundo o zagueiro, o gesto abriu espaço para apoio mútuo entre colegas de seleção.
- Após a final, Gabriel se apresentou à seleção para a Copa do Mundo, disse estar com a cabeça tranquila e afirmou ter tido boa temporada no Arsenal, incluindo o título inglês após vinte e dois anos.
Gabriel Magalhães, zagueiro da seleção brasileira e do Arsenal, comentou nesta quinta-feira (18) sobre a possibilidade de o Brasil reproduzir as jogadas de bolas paradas que ganharam destaque no clube inglês na última temporada. A declaração foi feita durante a entrevista coletiva pré-jogo contra o Haiti. O jogador afirmou que a agenda de treinamentos na seleção é mais curta, o que dificulta aperfeiçoar esse tipo de lance com a mesma intensidade.
Ele destacou que no Arsenal o trabalho é constante, diariamente, e que na seleção nacional há menos tempo para ensaios. Mesmo assim, Gabriel disse que tenta compartilhar o que aprende no clube com os companheiros para aumentar as chances de marcar em bolas paradas. A ideia é manter o time preparado, mesmo com as limitações de tempo.
Outro ponto abordado foi a experiência vivida na temporada do Arsenal, especialmente a final da UEFA Champions League contra o Paris Saint-Germain, na qual o time ficou com o vice-campeonato após o pênalti decisivo. Em meio às celebrações do PSG, o capitão francês Marquinhos abraçou Gabriel, gesto que o zagueiro tratou como um apoio importante.
Abraço de Marquinhos e repercussões
Gabriel descreveu o momento pós-cobrança como marcante, ressaltando que recebeu apoio do companheiro de seleção e de clube. O zagueiro disse ter aprendido com o capitão do PSG e da seleção brasileira, aumentando o respeito mútuo entre os atletas. O episódio ocorreu logo após a decisão e teve impacto pessoal para Gabriel, que mantém relação próxima com o jogador.
Logo depois, Gabriel Magalhães se apresentou à seleção para a disputa da Copa do Mundo de 2026. Ele afirmou estar satisfeito com a temporada no Arsenal, incluindo o título inglês conquistado após 22 anos, e garantiu estar com a cabeça tranquila para defender o Brasil. O atleta reforçou o compromisso com a equipe nacional e a confiança na atuação conjunta.
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