- Vasco avança nas negociações com Marcos Faria Lamacchia, principal candidato a assumir a SAF vascaína, após conversas iniciadas em dezembro de 2025.
- O próximo passo é a assinatura de um Memorando de Entendimento (MoU) para formalizar a intenção, com possível aporte financeiro ainda na janela de transferências.
- Após o MoU, conselho será informado, haverá Assembleia Geral para avaliar a proposta de venda da SAF e, se aprovado, haverá leilão com prioridade de compra para Lamacchia.
- 31% das ações ligadas à A-CAP seguem em arbitragem, e o Vasco também negocia a aquisição direta dessas ações para acelerar o processo.
- A diretoria mantém otimismo de concluir a operação ainda em 2026, visando novos investimentos estruturais e esportivos no clube.
O Vasco da Gama avança nas tratativas com o empresário Marcos Faria Lamacchia, visando a aquisição da SAF. As negociações, iniciadas em dezembro de 2025, evoluíram para etapas formais que vão além do acordo de confidencialidade assinado no início do processo.
Marcos Lamacchia, de 47 anos, é apontado como principal candidato a assumir o controle da SAF vascaína. Filho de José Lamacchia, proprietário da Crefisa, e herdeiro da família ligada ao antigo Banco Real pela mãe, ele mantém reuniões frequentes com representantes do clube, com alinhamento de interesses entre as partes.
O próximo passo é a assinatura de um Memorando de Entendimento, um documento preliminar que formaliza a intenção de negócio e define diretrizes antes dos contratos definitivos. A assinatura pode viabilizar, ainda nesta janela de transferências, um aporte financeiro inicial para reforços no elenco.
A-CAP e a regularização do acionamento
Após o MoU, o Vasco deverá comunicar seus conselheiros sobre o andamento das tratativas e, em seguida, convocar uma Assembleia Geral para avaliar a proposta de venda da SAF. Caso haja aprovação, o processo segue para um leilão obrigatório pela legislação, com Lamacchia tendo prioridade de compra.
A respeito das ações ligadas à A-CAP, 31% do total ainda trancados em arbitragem decorrente da crise envolvendo a 777 Partners permanecem sob avaliação. O Vasco mantém expectativa de que a Justiça reconheça, no futuro, a relação das ações com a gestão da antiga controladora.
De modo a não depender exclusivamente da decisão arbitral, a diretoria também negocia diretamente com a A-CAP a compra dessas ações. A medida visa acelerar o andamento e evitar que a indefinição jurídica atrase a entrada de um investidor.
Perspectivas para 2026
O ambiente interno é de otimismo, ainda que não haja um prazo definido para todas as etapas. O objetivo do clube e do investidor é concluir a operação ainda em 2026, abrindo caminho para investimentos estruturais e esportivos para os próximos anos.
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