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Melhores exposições de 2025, escolhidas por curadores e diretores

Destaques do Year in Review 2025: exposições em grandes instituições ressaltam corpo, memória e espaço público, com foco em Barbican, Hayward e Centre Pompidou

“A cultural moment that asked serious questions about how art works today”: the Wolfgang Tillmans exhibition at the Pompidou, Paris © Jens Ziehe
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  • Exposições que mais se destacaram em Year in Review 2025 incluem Wolfgang Tillmans no Centre Pompidou e Linder no Hayward, com debates sobre espaço público, memória e corpo.
  • Destaques novos: Encounters: Giacometti x Mona Hatoum, Barbican Art Gallery, Londres (até 11 de janeiro de 2026); Meriem Bennani: Sole Crushing, Lafayette Anticipations, Paris (até 8 de fevereiro de 2026); When We See Us, Bozar, Bruxelas; Très Riches Heures du Duc de Berry, Musée Condé, Chantilly; Picasso for Asia: A Conversation, M+, Hong Kong.
  • As mostras mencionadas são avaliadas por curadores como importantes momentos culturais de 2025, reunindo instituições globais e destacando questões de representação e contexto social.
  • Outros títulos citados para contexto destacam abordagens sobre público, memória e corpo, com foco em diálogo entre artistas históricos e contemporâneos.
  • O conjunto reforça a leitura de 2025 como ano de curadoria que privilegia diversidade geográfica e perspectivas não ocidentais, enfatizando experiências sensoriais e conceituais.

The Year in Review 2025 destacou exposições que marcaram o ano, segundo curadores e diretores. Entre elas, Wolfgang Tillmans no Centre Pompidou e Linder no Hayward, com outras mostras em instituições globais, que discutiram espaço público, memória e corpo.

Os destaques incluíram mostras que combinaram arquitetura, pesquisa institucional e experimentação sensorial, oferecendo reflexões sobre como a arte ocupa e transforma espaços. As curadorias também ressaltaram o papel das coleções, arquivos e formatos não convencionais na experiência expositiva.

Além das obras já comentadas, o conjunto de mostras evitou a repetição e privilegiou abordagens que dialogam com o cotidiano, a história e a crítica de arte contemporânea, mantendo o tom informativo e analítico do levantamento anual.

Encounters: Giacometti x Mona Hatoum

No Barbican Art Gallery, Londres, a mostra reúne obras de Giacometti e Hatoum em diálogo que explora fragilidade do corpo e deslocamento, com encerramento previsto para 11 de janeiro de 2026. O objetivo é oferecer uma conversa entre artistas de épocas distintas sobre temas semelhantes de violência e existência.

Meriem Bennani: Sole Crushing

Paris recebe Sole Crushing, exposição de Meriem Bennani, em cartaz até 8 de fevereiro de 2026. A mostra utiliza animação e instalações para discutir identidades, deslocamento e imagens de mídia, ampliando repertórios de linguagem audiovisual.

Quando vemos nós

Bozar, em Bruxelas, apresenta When We See Us, exposição que dá centralidade a narrativas contemporâneas de figuras negras no retrato figurativo, enfatizando representações diversas e coletivas.

Très Riches Heures du Duc de Berry

Chantilly recebe a remontagem de Très Riches Heures du Duc de Berry, com foco na iluminura medieval e na historicidade de manuscritos, trazendo um olhar sobre patrimônio e leitura visual de épocas passadas.

Picasso for Asia: A Conversation

M+, em Hong Kong, acolhe Picasso for Asia: A Conversation, mostra que investiga a influência cubista na arte asiática e a circulação de ideias entre culturas, promovendo diálogo entre ocidente e oriente.

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