- Nick Reiner apresentou petição pedindo acesso ao trust de $1,5 milhão para financiar sua defesa contra as acusações de homicídio envolvendo os pais, Rob e Michele Reiner.
- Ele afirma que deveria receber metade do fundo ao completar 30 anos, em 2023, e a outra metade aos 35.
- A petição acusa o atual administrador de oferecer desculpas e justificativas inconsistentes, incluindo preocupações sobre a suposta competência de Nick para gerenciar o trust; o documento aponta que as distribuições são não discricionárias.
- Como o trust é irrevogável, Nick sustenta que o administrador não pode reter os recursos por questões de incompetência enquanto ele está preso e responde a acusações.
- Nick, roteirista de Being Charlie, é acusado de dois homicídios qualificados pelos homicídios dos pais e se declarou não culpado.
Nick Reiner, filho de Rob e Michele Reiner, pediu acesso a um fundo fiduciário de US$ 1,5 milhão para cobrir custos legais ligados às acusações de homicídio contra os pais. O pedido foi apresentado na segunda-feira por meio de petição.
Segundo o documento, Nick deveria receber metade do fundo aos 30 anos, em 2023, e a outra metade aos 35. A ação alega que o atual administrador tem inventado desculpas para bloquear o saque.
Nick, que hoje tem 32 anos, é acusado de dois homicídios em relação aos pais. O processo também aponta que o fundo é irrevogável e que o administrador não pode reter recursos sem base legal, mesmo diante de questões de capacidade.
Pedido de acesso ao fundo
A petição sustenta que as distribuições do fundo são não discricionárias e não dependem de avaliações subjetivas sobre o uso dos recursos pelo beneficiário. O documento afirma ainda que o objetivo é financiar honorários legais e itens básicos de subsistência na prisão.
Os autos indicam que Nick sofre de esquizofrenia e já foi detido em conexão com o caso. Ele se declarou inocente das acusações de assassinato em fevereiro passado, segundo o registro judicial.
A defesa alega que não houve declaração judicial de incompetência de Nick e que o administrador pode apenas modificar a forma de distribuição em casos de incapacidade. Os próximos passos dependem de decisões judiciais sobre o acesso aos recursos.
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