Desde que Donald Trump assumiu a presidência dos Estados Unidos em 20 de janeiro, sua administração implementou mudanças significativas no governo federal, impactando diretamente a pesquisa científica. As ações do governo têm gerado preocupações entre instituições de pesquisa nos EUA e no exterior, levando a uma cobertura intensa por parte da equipe de repórteres da […]
Desde que Donald Trump assumiu a presidência dos Estados Unidos em 20 de janeiro, sua administração implementou mudanças significativas no governo federal, impactando diretamente a pesquisa científica. As ações do governo têm gerado preocupações entre instituições de pesquisa nos EUA e no exterior, levando a uma cobertura intensa por parte da equipe de repórteres da Nature sobre como essas mudanças estão moldando a ciência globalmente.
Entre as decisões controversas, um juiz dos EUA suspendeu cortes considerados “devastadores” nos subsídios do NIH (Institutos Nacionais de Saúde), que poderiam comprometer projetos de pesquisa essenciais. Além disso, cientistas ao redor do mundo estão se mobilizando para salvar bancos de dados de saúde vitais que foram desativados em meio à instabilidade provocada pela administração Trump.
Outra medida polêmica foi a ordem do CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) para eliminar termos relacionados ao gênero de documentos científicos, uma ação que gerou críticas e confusão na comunidade científica. A NSF (Fundação Nacional de Ciências) também está revisando minuciosamente os subsídios de pesquisa em busca de violações das diretrizes impostas pela administração, aumentando a pressão sobre os pesquisadores.
As sociedades científicas se sentem ameaçadas e sob pressão devido ao endurecimento das políticas de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) promovidas pelo governo. A situação atual levanta questões sobre o futuro da pesquisa científica nos Estados Unidos e as implicações para a colaboração internacional em ciência e tecnologia.
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