O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu uma carta do papa Francisco em maio de 2019, enquanto estava preso. A carta foi uma resposta a uma mensagem de Lula, que agradeceu ao papa pelo apoio ao povo brasileiro. A entrega da carta envolveu diplomacia e a participação do compositor Chico Buarque. Nela, o papa expressou solidariedade a Lula, mencionando as dificuldades que ele enfrentava, como a perda de familiares, e o encorajou a continuar acreditando em Deus. Embora a carta não tenha conteúdo político, gerou críticas de apoiadores do governo Jair Bolsonaro. Após a prisão de Lula em abril de 2018, uma campanha internacional foi iniciada para denunciar irregularidades nos processos judiciais contra ele. Uma comitiva que se encontrou com o papa no Vaticano apresentou documentos sobre o que chamam de lawfare, que é o uso de manobras jurídicas para fins políticos. Em novembro de 2019, outra comitiva, incluindo Chico Buarque, entregou ao papa documentos que mostravam a prática de lawfare na América Latina, e o papa reconheceu a gravidade da situação. Em abril de 2023, ele mencionou o termo lawfare em uma entrevista, criticando a condenação de Lula. A carta de Lula ao papa foi entregue de forma não convencional, por meio de um amigo próximo ao pontífice, e após receber a resposta, houve autorização para que o conteúdo fosse vazado, primeiro entre movimentos sociais na Europa e depois na imprensa brasileira. Lula foi solto em novembro de 2019 e se encontrou com o papa em fevereiro de 2020.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu uma carta do papa Francisco em maio de 2019, enquanto estava preso. A correspondência foi uma resposta a uma mensagem de Lula, que agradeceu ao pontífice pelo apoio ao povo brasileiro. A entrega da carta envolveu diplomacia e a participação do compositor Chico Buarque.
Na carta, o papa expressou solidariedade a Lula, mencionando “as duras provas” que ele enfrentava, incluindo a perda de familiares. O pontífice encorajou Lula a “não desanimar e continuar acreditando em Deus”. Apesar de não ter conteúdo político, a carta gerou críticas de apoiadores do governo Jair Bolsonaro.
Após a prisão de Lula em abril de 2018, uma campanha internacional foi iniciada para denunciar irregularidades nos processos judiciais contra ele. A comitiva que se encontrou com o papa no Vaticano apresentou documentos sobre o que chamam de lawfare, uma prática de manobras jurídicas para fins políticos.
Em novembro de 2019, uma nova comitiva, incluindo Chico Buarque, entregou ao papa documentos que evidenciavam a prática de lawfare na América Latina. O papa, impressionado, reconheceu a gravidade da situação. Em abril de 2023, ele mencionou o termo lawfare em uma entrevista, criticando a condenação de Lula.
A carta de Lula ao papa foi entregue de forma não convencional, por meio de um amigo próximo ao pontífice. Após receber a resposta do papa, houve uma autorização para que o conteúdo fosse vazado, o que ocorreu inicialmente entre movimentos sociais na Europa antes de ser divulgado na imprensa brasileira. Lula foi solto em novembro de 2019 e se encontrou com o papa em fevereiro de 2020.
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