Michael Alexander Gloss, filho de uma vice-diretora da CIA e veterano da Marinha, foi morto em abril de 2024 em Donetsk, durante um bombardeio, enquanto tentava ajudar um colega ferido. A família só soube da morte um ano depois, em 25 de abril de 2025. Gloss, que tinha 21 anos, era crítico da política externa dos EUA e se alistou no exército russo em setembro de 2023, acreditando em um mundo multipolar. Ele foi enviado para a linha de frente da guerra na Ucrânia em dezembro de 2023. O atestado de óbito indicou que ele morreu devido a uma grande perda de sangue causada por um ataque de artilharia. Seu pai, Larry Gloss, disse que nunca imaginou que o filho se juntaria ao exército russo e acredita que a decisão dele pode estar ligada a problemas de saúde mental que enfrentava desde a infância. Michael tinha um histórico de envolvimento em causas sociais e ambientais. O funeral ocorreu em 21 de dezembro de 2024, nos Estados Unidos. A CIA se manifestou, considerando a morte um assunto familiar privado e expressando pesar pela perda.
Michael Alexander Gloss, filho de uma vice-diretora da CIA e um veterano da Marinha, foi morto em abril de 2024 em Donetsk, durante um bombardeio, enquanto tentava socorrer um camarada. A confirmação da morte ocorreu apenas um ano depois, em 25 de abril de 2025.
Gloss, que tinha 21 anos, era crítico da política externa dos Estados Unidos e se alistou no exército russo em setembro de 2023. Ele acreditava em um mundo multipolar e se opunha a movimentos considerados fascistas. Em dezembro de 2023, foi enviado para a linha de frente da guerra na Ucrânia.
De acordo com o atestado de óbito, Michael morreu devido a uma “enorme perda de sangue” provocada por um ataque de artilharia. Seu pai, Larry Gloss, relatou que o filho morreu ao tentar proteger um colega ferido. A família foi informada sobre a morte por autoridades russas.
O funeral de Michael ocorreu em 21 de dezembro de 2024 nos Estados Unidos, oito meses após sua morte. A participação do jovem na guerra ao lado da Rússia é vista como incomum, especialmente considerando o histórico familiar. Larry Gloss expressou sua preocupação, afirmando que nunca suspeitou que o filho se juntaria ao exército russo.
Michael lutava contra transtornos mentais desde a infância, e seu pai atribui sua decisão de se alistar a essa condição. O jovem tinha um histórico de envolvimento em causas ambientais e projetos humanitários, como a construção de casas em Honduras e a reconstrução de áreas afetadas por desastres naturais.
A CIA, em um comunicado, declarou que considera a morte de Michael um assunto familiar privado, expressando pesar pela perda. Detalhes sobre sua participação nos combates ainda não foram esclarecidos.
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