O Ministério da Defesa da Rússia anunciou a troca de 410 prisioneiros de guerra com a Ucrânia, sendo 205 de cada lado, antes de um cessar-fogo de três dias. A troca foi feita pouco antes do início da trégua unilateral declarada por Vladimir Putin. Apesar do acordo, os ataques continuam, com a Ucrânia realizando uma ação com mais de 100 drones que fechou aeroportos na Rússia. A Ucrânia não comentou sobre a troca. Este evento acontece três dias antes das comemorações do fim da Segunda Guerra Mundial na Europa, e o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, chamou a trégua de “tentativa de manipulação”. Desde o início do ano, essa é a quinta troca de prisioneiros entre os dois países, que têm negociado a liberação de soldados capturados com a ajuda de países como os Emirados Árabes Unidos e Turquia.
O Ministério da Defesa da Rússia anunciou, nesta terça-feira (6), a troca de 410 prisioneiros de guerra com a Ucrânia, sendo 205 de cada lado. A operação ocorreu antes do início de um cessar-fogo de três dias, declarado unilateralmente pelo presidente Vladimir Putin. O ministério informou que os prisioneiros foram devolvidos do território controlado pela Ucrânia.
Apesar da troca, os ataques entre os dois países continuam. Uma ofensiva ucraniana com mais de 100 drones resultou no fechamento de aeroportos na Rússia. A Ucrânia não se manifestou sobre o anúncio da troca até o momento. A liberação de prisioneiros acontece em um contexto de tensões, a poucos dias das comemorações pelos 80 anos da vitória da União Soviética sobre a Alemanha nazista.
Cessar-fogo e reações
O cessar-fogo, previsto para ocorrer entre 8 e 10 de maio, coincide com as festividades da vitória na Segunda Guerra Mundial. O presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, qualificou a trégua como uma “tentativa de manipulação”. Desde o início do ano, esta é a quinta troca de prisioneiros entre os dois países, que têm buscado acordos para a liberação mútua de soldados capturados.
A questão dos prisioneiros de guerra é uma das poucas áreas onde Rússia e Ucrânia conseguem chegar a um entendimento, com mediações de países como Emirados Árabes Unidos e Turquia. Em setembro de 2024, uma troca anterior resultou na liberação de 206 prisioneiros, com 103 militares de cada lado, mediada pelos Emirados.
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