O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou à China para assinar novos acordos de cooperação e participar do Fórum China-Celac. Esta é a segunda visita de Lula à China em seu mandato, e ele se reunirá com o presidente chinês, Xi Jinping. Os dois líderes devem anunciar investimentos em áreas como infraestrutura, saúde e energia, buscando fortalecer as relações bilaterais. Lula também pretende explorar mais a relação com a Ásia, especialmente em um momento em que as relações com os Estados Unidos estão complicadas. Durante a visita, Lula participará de um seminário empresarial e terá encontros com outros líderes chineses. O Brasil e a China estão negociando 48 acordos, com 16 já concluídos. Lula quer garantir que o Brasil não se torne dependente da China, mantendo um equilíbrio nas relações internacionais. Além disso, ele discutirá a situação geopolítica, incluindo a guerra na Ucrânia e a presença da China na América Latina.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a Pequim na noite de sábado, dia 10, para assinar novos acordos de cooperação com a China. Esta é a segunda visita do presidente ao país asiático em seu atual mandato e a terceira reunião bilateral com o presidente chinês, Xi Jinping. A missão visa diversificar as parcerias internacionais do Brasil, especialmente após o acordo estratégico firmado em Brasília no ano anterior.
Lula participará do encerramento do seminário empresarial China-Brasil na segunda-feira, dia 12, e do IV Fórum China-Celac na terça-feira, dia 13. Durante a visita, estão previstos encontros com líderes chineses, incluindo o primeiro-ministro, Li Qiang, e o presidente da Comissão Permanente da Assembleia Nacional Popular, Zhao Leji. A expectativa é que os dois países anunciem investimentos em infraestrutura, saúde e energia, além de discutir a Nova Rota da Seda e o Novo PAC.
O presidente brasileiro busca fortalecer as relações com a China em um contexto de tensões comerciais com os Estados Unidos, que impuseram tarifas sobre produtos brasileiros. Lula tem enfatizado que o Brasil não deseja se tornar dependente de nenhum país, reiterando a importância do multilateralismo nas relações internacionais. O Itamaraty destaca que a relação com a China não deve ser vista como uma oposição aos EUA.
Até o momento, 16 protocolos foram negociados, com outros 32 em discussão para assinatura durante a visita. Lula também abordará a necessidade de investimentos em setores como indústria naval, óleo e gás, e conectividade. A visita é vista como um passo importante para fortalecer a presença do Brasil no Brics e na América Latina, em um momento em que a China busca expandir sua influência na região.
Entre na conversa da comunidade