O presidente de Taiwan, Lai Ching-te, afirmou que o país deseja paz e diálogo com a China, mas que é necessário fortalecer as defesas da ilha. Ele completou um ano no cargo e destacou que apenas o povo de Taiwan pode decidir seu futuro, rejeitando as reivindicações da China. Lai expressou seu compromisso com a paz, mas alertou que a preparação para a guerra é essencial para evitá-la. O governo chinês, por sua vez, criticou Lai, chamando-o de separatista e afirmando que suas tentativas de diálogo são inúteis. Além disso, Lai está lidando com possíveis tarifas dos EUA e disse que as negociações com Washington estão indo bem. Ele também participou da feira Computex, onde se encontrou com executivos de empresas de tecnologia. Recentemente, a China realizou exercícios militares perto de Taiwan, aumentando as tensões na região.
Taiwan busca paz e diálogo com a China, mas o governo deve continuar a fortalecer as defesas da ilha, afirmou o presidente Lai Ching-te nesta terça-feira, ao completar um ano de mandato. A China classifica Lai como “separatista” e rejeita suas propostas de conversação. O presidente defende que apenas o povo de Taiwan pode decidir seu futuro.
Lai expressou sua preocupação com possíveis exercícios militares da China para marcar o aniversário de sua posse. Em coletiva no gabinete presidencial em Taipé, ele enfatizou: “A paz não tem preço e a guerra não tem vencedores.” O presidente também destacou que a preparação para a guerra é a melhor forma de evitá-la.
O governo de Taiwan está aberto a intercâmbios e cooperação com a China, desde que haja “dignidade recíproca.” O Escritório de Assuntos de Taiwan da China criticou o discurso de Lai, chamando-o de “tática de duas caras” e afirmando que Taiwan é parte da China. O Ministério da Defesa da China acusou Lai de ser um “criador de crises” na região.
Além das tensões com a China, Lai enfrenta desafios relacionados a tarifas dos Estados Unidos, atualmente suspensas. Ele afirmou que as negociações com Washington estão progredindo bem. O governo taiwanês planeja estabelecer um fundo para impulsionar a economia tecnológica.
Recentemente, a China realizou exercícios militares próximos a Taiwan, aumentando a preocupação sobre a segurança na região. O Ministério da Defesa de Taiwan relatou a presença de aviões e embarcações chinesas nas proximidades da ilha, reforçando a necessidade de vigilância e preparação.
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