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Países além dos EUA avançam na tecnologia de defesa antimíssil com ‘Domo de Ouro’

**EUA lançam "Domo Ouro" para reforçar defesa antimíssil em meio a tensões globais. Iniciativa de US$ 175 bilhões visa interceptar mísseis hipersônicos.**

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Donald Trump anunciou a criação do “Domo Ouro”, um novo sistema de defesa antimíssil dos Estados Unidos que custará US$ 175 bilhões. Esse projeto, inspirado no Domo de Ferro de Israel, usará satélites e interceptadores para lidar com mísseis balísticos e hipersônicos. A medida vem em um momento em que muitos países, como Israel, Rússia e China, estão desenvolvendo suas próprias tecnologias de defesa. O Domo de Ferro, em uso desde 2011, é conhecido por interceptar foguetes de curto alcance, enquanto Israel também possui outros sistemas para ameaças de médio e longo alcance. A Rússia tem o sistema A-135 para proteger Moscou e o S-400, que intercepta mísseis a até 400 km, além do novo S-500 com capacidades avançadas. Na Ásia, a China lançou o HQ-19, focado em mísseis hipersônicos, e a Índia desenvolve um sistema de defesa contra ameaças do Paquistão e da China. O Japão, após mísseis norte-coreanos sobrevoarem seu território, está testando novos interceptadores em colaboração com os EUA. O Reino Unido e a França também estão trabalhando juntos em operações no Mar Vermelho para interceptar drones. A corrida por sistemas de defesa antimíssil continua a crescer em todo o mundo.

O presidente Donald Trump anunciou a criação do “Domo Ouro”, um sistema de defesa antimíssil dos Estados Unidos avaliado em US$ 175 bilhões. O projeto, inspirado no Domo de Ferro israelense, incluirá satélites, sensores espaciais e interceptadores para mísseis balísticos e hipersônicos. A iniciativa surge em um contexto de crescente preocupação global com ameaças aéreas, onde países como Israel, Rússia e China já desenvolvem suas próprias tecnologias de defesa.

O Domo de Ferro, em operação desde 2011, é um dos sistemas mais conhecidos, projetado para interceptar foguetes de curto alcance. Israel também conta com o Funda de Davi e o Arrow, que protegem contra ameaças de médio e longo alcance, respectivamente. O mais recente, o Feixe de Ferro, utiliza tecnologia a laser e deve ser implementado em 2026.

A Rússia, por sua vez, opera o sistema A-135 desde os anos 1990, destinado a proteger Moscou. Além disso, possui cerca de 56 baterias do S-400, que interceptam aeronaves e mísseis a até 400 km. O novo S-500 promete capacidades ainda mais avançadas, incluindo interceptação no espaço.

Iniciativas na Ásia

A China apresentou em março de 2025 o HQ-19, um sistema antimíssil focado em ameaças hipersônicas. O país também mantém versões dos mísseis soviéticos S-300 e investe em capacidades exoatmosféricas desde 2010. A Índia, desde os anos 2000, desenvolve um sistema de duas camadas para interceptação de mísseis, com foco em ameaças do Paquistão e da China.

O Japão intensificou suas defesas após mísseis norte-coreanos sobrevoarem seu território em 1998. O país realiza testes com contratorpedeiros e colabora com os EUA no desenvolvimento de interceptadores contra mísseis hipersônicos. Além disso, o Reino Unido e a França têm atuado em operações conjuntas no Mar Vermelho, interceptando drones em resposta a ataques.

O cenário global de defesa antimíssil continua a evoluir, com cada nação buscando fortalecer suas capacidades para enfrentar as crescentes ameaças aéreas.

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