A Marinha dos EUA anunciou que, em fevereiro, realizou o maior ataque aéreo da história a partir de um porta-aviões, atingindo terroristas do Estado Islâmico na Somália, e não os houthis do Iémen, como era esperado. O ataque ocorreu no dia 1 de fevereiro, com o porta-aviões USS Harry S. Truman, que estava focado em operações no Mar Vermelho. Foram usados pelo menos 16 aviões F/A-18 Super Hornet, resultando na morte de 14 militantes, incluindo um importante recrutador do EI. O almirante James Kilby revelou que foram lançadas 62,5 toneladas de bombas, o que significa 4,4 toneladas por cada terrorista morto. A operação também envolveu outros aviões de apoio e guerra eletrônica. O USS Harry S. Truman, que já havia realizado 675 missões na região, agora está no Mediterrâneo após um incidente em que colidiu com um cargueiro. A ação na Somália foi coordenada com o governo local e ocorreu em um momento de tensão com o Irã, enquanto os EUA tentam negociar sobre o programa nuclear iraniano.
A Marinha dos Estados Unidos anunciou que, em fevereiro, realizou o maior ataque aéreo da história da guerra naval a partir de um porta-aviões. O ataque, ocorrido em 1 de fevereiro, teve como alvo terroristas do Estado Islâmico (EI) na Somália, e não os houthis do Iémen, como era comum. A informação foi divulgada pelo chefe de operações navais, almirante James Kilby, em Washington.
O ataque foi realizado pelo porta-aviões USS Harry S. Truman, que utilizou 16 aviões de ataque F/A-18 Super Hornet. O Comando da África das Forças Armadas Americanas (Africom) confirmou a morte de 14 terroristas do EI, incluindo Ahmed Maeleninine, um recrutador importante do grupo. O almirante Kilby revelou que foram lançadas 62,5 toneladas de bombas sobre um complexo de cavernas na costa da Somália.
Detalhes da Operação
Imagens de um drone MQ-9 Reaper mostraram as explosões em um terreno árido. O ataque levantou questões sobre o custo-benefício, já que foram utilizados 4,4 toneladas de explosivos para cada terrorista morto. A operação também envolveu um avião de reabastecimento KC-135 Stratotanker e aeronaves de comunicação e guerra eletrônica.
O USS Harry S. Truman estava operando no Mar Vermelho desde setembro, focado no combate aos houthis. Desde janeiro, o porta-aviões lançou 675 missões, sendo 25 delas direcionadas à Somália. A missão foi considerada arriscada, com 160 mísseis e drones dos houthis interceptados, muitos tentando atingir o porta-aviões.
Contexto e Consequências
A operação na Somália foi coordenada com o governo local, que ainda não controla totalmente o país. O ataque ocorre em um momento em que os Estados Unidos tentam pressionar o Irã, patrono dos houthis, a discutir seu programa nuclear. O USS Harry S. Truman agora está no Mediterrâneo, onde realizará exercícios com forças da Otan, enquanto o grupo de ataque liderado pelo porta-aviões USS Carl Vinson permanece na região do Mar Vermelho.
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