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Macron afirma que sanções à Rússia são teste de credibilidade para EUA de Trump

Macron vê sanções à Rússia como teste de credibilidade para Trump, enquanto a pressão por um cessar-fogo com a Ucrânia aumenta.

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O presidente francês, Emmanuel Macron, disse que a decisão dos Estados Unidos sobre sanções à Rússia, caso o país não aceite um cessar-fogo com a Ucrânia, é um “teste de credibilidade”. Durante uma visita a Singapura, ele afirmou que se a Rússia não estiver disposta a fazer a paz, os EUA devem mostrar seu compromisso em aplicar sanções. Macron conversou com o presidente Trump, que expressou sua impaciência com a situação. Ele participou do Diálogo Shangri-La, um importante fórum de segurança na Ásia. Macron já havia ameaçado a Rússia com sanções massivas se não houvesse um cessar-fogo. Embora o Kremlin tenha proposto conversas diretas com a Ucrânia, não houve progresso. Até agora, as sanções prometidas pela Europa não foram aplicadas. Trump, por sua vez, rejeitou a ideia de impor sanções, dizendo que isso poderia atrapalhar um possível acordo de paz.

O presidente da França, Emmanuel Macron, declarou nesta sexta-feira, 30, que a decisão dos Estados Unidos sobre a imposição de sanções à Rússia, caso o país não aceite um cessar-fogo com a Ucrânia, é um “teste de credibilidade” para a administração de Donald Trump. Durante uma visita a Singapura, Macron enfatizou que, se a Rússia “não estiver pronta para fazer a paz”, Washington deve reafirmar seu “compromisso” de aplicar sanções.

Macron mencionou que conversou com Trump há 48 horas, destacando a impaciência do presidente americano em relação à situação. “A questão agora é: o que fazemos? Nós estamos preparados,” afirmou o líder francês em coletiva de imprensa ao lado do primeiro-ministro de Singapura, Lawrence Wong. Macron participa do Diálogo Shangri-La, um importante fórum de segurança na Ásia.

Em maio, Macron havia visitado Kiev, onde ameaçou a Rússia com sanções massivas se não aceitasse um cessar-fogo imediato. O Kremlin, por sua vez, não respondeu ao ultimato, mas sugeriu conversas diretas com a Ucrânia em Istambul, que ocorreram na semana seguinte. Esse encontro, o primeiro entre os dois países desde 2022, não resultou em avanços significativos.

A pressão europeia por sanções ainda não se concretizou. Recentemente, Trump descartou a imposição de sanções a Moscou, como solicitado por Kiev, alegando que não queria “fazer fracassar” um possível acordo de paz com tais medidas.

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