- Bashar al‑Assad, ex‑líder sírio, está em Moscou estudando oftalmologia e russo, segundo fontes próximas à família.
- A família Assad vive isolada em Moscou, possivelmente na Rubliovka, após a fuga em 8 de dezembro de 2024 com escolta russa.
- O grupo acumulou parte de sua riqueza em Moscou para escapar das sanções ocidentais impostas desde 2011.
- A fuga ocorreu enquanto rebeldes se aproximavam de Damasco; Assad deixou a Síria em madrugada de 8 de dezembro, sendo levado à base aérea de Khmeimim antes de deixar o país.
- A família mantém perfil reservado; houve pouca exposição pública, com apenas a presença de Zein al‑Assad em formatura e relatos sobre outros membros próximos.
Bashar al-Assad, ex-presidente sírio, estaria em Moscou para retomar estudos médicos. O foco seria a ophthalmologia, ao lado de aprendizado de russo, segundo uma fonte próxima à família. A moradia seria na região de Rublyovka, bairro de elite da capital russa.
A fuga ocorreu na madrugada de 8 de dezembro de 2024, quando Assad deixou Damasco. Ele foi acompanhado pelos filhos e recebeu escolta militar russa até a base aérea de Khmeimim, de onde partiu rumo ao exterior. A notícia aponta que o regime foi derrubado no ano anterior.
Situação atual e contexto
Questionada sobre o assunto, uma rede de contatos próximos à família descreve Assad isolado, vivendo com a família em Moscou e, anteriormente, no UAE. A cessação de contatos com aliados do regime é atribuída a controles dos serviços russos. A residência em Rublyovka é descrita como estratégica para manter distância da esfera política síria.
Segundo fontes, a mudança ocorreu após a retirada da base de Damasco e a aproximação com interlocutores russos. A família estaria buscando permanência estável, sem retorno imediato à Síria, mantendo relação distante com antigos apoiadores.
Desdobramentos e percepções
Informantes afirmam que a ideia de reingresso na vida pública síria é improvável no curto prazo. Mesmo com tratamento médico, o foco atual parece ser a reorientação de atividades pessoais e o estabelecimento de vínculos em Moscou. A trajetória de Assad permanece cercada de sigilo.
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