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Governo brasileiro classifica ataque à Austrália como ato de terrorismo

Brasil condena ataque a Hanukkah em Sydney; mortes e feridos. Consulado monitora a situação e disponibiliza contato de emergência; não há brasileiros entre as vítimas até o momento

Atentado na Austrália. Foto: David Gray/AFP
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  • O ataque ocorreu neste domingo, 14, em Sydney, durante celebração de Hanukkah, deixando 11 mortos e dezenas feridos.
  • O Brasil reiterou repúdio a terrorismo e antissemitismo; não há registro de brasileiros entre as vítimas; o Consulado-Geral em Sydney monitora a situação e disponibiliza contato de emergência +61 439 441 414.
  • O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, manifestou solidariedade às famílias das vítimas e à comunidade judaica.
  • Reações internacionais: EUA expressaram solidariedade; Irã condenou o terrorismo; Ursula von der Leyen pediu condolências e solidariedade à comunidade judaica; o chanceler alemão Friedrich Merz pediu fim ao antissemitismo.
  • O ataque foi descrito como violento e provocou considerável abalo moral na comunidade local e na comunitária global.

O Ministério das Relações Exteriores repudiou o ataque ocorrido neste domingo em Sydney, na Austrália, durante a celebração do Hanukkah. Pelo menos 11 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas. A ação foi descrita como violenta e dirigida a uma reunião comunitária.

Segundo o Itamaraty, ainda não há registro de cidadãos brasileiros entre as vítimas. O Consulado-Geral do Brasil em Sydney acompanha a situação e disponibilizou contato de emergência para emergências no telefone +61 439 441 414.

O governo brasileiro reiterou o repúdio a atos de terrorismo e a qualquer manifestação de antissemitismo, ódio ou intolerância religiosa. O presidente do Senado também expressou solidariedade à comunidade judaica e às famílias das vítimas.

Reações internacionais

O governo dos Estados Unidos manifestou solidariedade à comunidade judaica e à população australiana. O Irã classificou o ataque como violento e reiterou a condenação ao terrorismo. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, pediu condolências às famílias e reforçou a solidariedade europeia contra o antissemitismo. O chanceler alemão, Friedrich Merz, enfatizou a necessidade de pôr fim ao antissemitismo.

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