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Mãe pede ajuda para encontrar filha sequestrada do Reino Unido para a Jamaica

Autoridades investigam localização de Tau Rodriguez-Fairplay na Jamaica, diante de atrasos processuais e cooperação entre Reino Unido e Jamaica para o retorno.

‘I just want to know she is safe’: Samar Rodriguez with their daughter, Tau Rodriguez-Fairplay.
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  • Tau Rodriguez-Fairplay está desaparecida desde fevereiro, após Athena Belle-Fairplay levar a criança à Jamaica sem a autorização de retorno, sob regime de custódia compartilhada.
  • Autoridades acreditam que Tau está na Jamaica, possivelmente na paróquia de St Elizabeth, na região de Black River, devastada pelo furacão Melissa.
  • O caso enfrenta atrasos processuais e dificuldade de localização por não haver endereço fixo, com a Jamaica Central Authority buscando retorno e impedimento de saída da criança.
  • A situação envolve a Convenção de Haia; Reino Unido e Jamaica trabalham para localizar e repatriar Tau, enquanto há críticas sobre a urgência e a clareza de mensagens institucionais.
  • Advogados dizem que houve falhas no andamento do caso; a JCA afirma ter obtido ordem de retorno via Tribunal Supremo da Jamaica e impedimento de levar Tau a outro país, mesmo sem endereço fixo.

Tau Rodriguez-Fairplay continua desaparecida desde fevereiro, após acompanhar a guarda compartilhada com a mãe, Athena Belle-Fairplay. A criança foi removida do Reino Unido em direção à Jamaica, mesmo com ordem de retorno não autorizada.

Autoridades acreditam que Tau está na Jamaica, possivelmente na paróquia de St Elizabeth. O caso envolve a Convenção de Haia e a cooperação entre Reino Unido e Jamaica para localizar e repatriar a criança.

O caso também envolve a mãe adotiva de Tau, que já usou o país caribenho para permanecer com a criança. A Jamaica Central Authority atua para emitir retorno e impedir saída com Tau, conforme a legislação internacional.

Desdobramentos recentes

Autoridades juram que Tau foi levada para a Jamaica em 3 de fevereiro, apesar da ordem de remoção sem permissão judicial. Investigações apontam que a família da mãe tem ligações com a área de Black River, atingida pelo furacão Melissa.

O UK e Jamaica assinaram a Haia; ambas as partes devem facilitar o retorno rápido de Tau ao Reino Unido. A JCA afirma ter acionado o Judiciário local para cumprir a Convenção, mesmo diante de dificuldades de localização da criança.

A mãe biológica de Tau, Samar Rodriguez, relata atrasos processuais e falhas de comunicação entre autoridades. Segundo a advogada Nastassia Robinson, o caso sofre com mensagens institucionais pouco claras e com a necessidade de localização coordenada.

A JCA afirma ter conseguido citar a Suprema Corte da Jamaica e obter ordem de retorno por meio de envio eletrônico. Também informou ter obtido medida cautelar para impedir nova saída da criança do país, mesmo sem endereço fixo da responsável.

A advogada de Rodriguez ressalta que, mesmo com decisão judicial favorável, a ausência de um endereço dificulta a localização e repatriação de Tau. OUK FCDO informou ter elevado o caso às autoridades jamaicanas e manter a assistência aos afetados.

Quem possuir informações sobre o paradeiro de Tau pode contatar o comando @FindTauJA ou o email findtauja@gmail.com, além da embaixada britânica em Kingston.

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