- Blaise Metreweli, em sua estreia como chefe do MI6, alerta que a fronteira da Segurança está em toda parte e que vivemos uma “idade de incerteza” ante a agressão russa e a ampliação do conflito.
- O chefe de Defesa, o marechal do ar Richard Knighton, afirma que o risco russo é maior do que já viu e pede mobilização nacional intensificada, destacando a importância da Otan.
- Há reunião de emergência em Berlim com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e o enviado dos EUA, Steve Witkoff, para defender um plano de paz europeu; Keir Starmer participa da delegação.
- Há evidências de uso de inteligência artificial para desinformação em larga escala e de espionagem envolvendo Bulgária; os casos se somam aos ataques ligados à Rússia, incluindo o envenenamento de Skripal em 2018 e a morte de Dawn Sturgess.
- A China é citada em sanções por hacking; o governo britânico avalia a construção de uma nova embaixada e a visita de líderes aos dois países, enquanto Metreweli enfatiza a necessidade de domínio tecnológico na inteligência.
Metreweli, em estreia na chefia do MI6, afirma que a fronteira é “em toda parte” e que vivemos uma nova era de incerteza. O alerta chega em meio a agressões russas e ao uso de desinformação em escala global. A chefe em início de mandato aponta que o país precisa se adaptar rapidamente.
Segundo a prévia de seu discurso, a exportação do caos faz parte da estratégia russa, e Putin pode manter o ritmo de pressão até mudanças no cálculo estratégico. A dirigente destaca a necessidade de manter o apoio ao Ucrânia e sustentar a pressão diplomática.
O contexto inclui ainda declarações de outros líderes britânicos sobre o cenário de segurança. Knighton, chefe do Estado-Maior, antecipa que a situação é mais grave do que já viveu na carreira e convoca a mobilização nacional para reforçar defesas.
Risco russo e resposta europeia
Keir Starmer participa de reunião de emergência em Berlim com Zelenskyy e Witkoff para alinhar opção europeia de paz. Há também relatos de uso de inteligência artificial para desinformação e de espionagem envolvendo a Bulgária.
A reunião visa colher apoio internacional para conter ações russas, alinhando governos e aliados. A cooperação entre serviços de segurança é enfatizada para enfrentar ataques cibernéticos e operações de influência.
MI6 e tecnologia
Metreweli, que sucedeu Richard Moore, destaca a integração entre tecnologia e inteligência humana. A meta é combinar código e fontes humanas, mantendo a agência na vanguarda de mudanças digitais sem abandonar o trabalho tradicional.
Ela reforça a necessidade de manter a liderança em tecnologia, sem abrir mão da experiência no campo, com uma visão que inclua colaboração com aliados e adaptação a cenários futuros.
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