- Em dezembro, igrejas da Ásia Central, com apoio da Portas Abertas, promovem ações de evangelismo para Natal e Ano Novo nos cinco países da região: Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Turcomenistão e Uzbequistão.
- A região é majoritariamente muçulmana e não há igrejas institucionalizadas; todos os cinco países aparecem na Lista Mundial da Perseguição 2025.
- O Quirguistão teve o maior aumento de pontuação e subiu mais no ranking na última pesquisa.
- As atividades incluem visitas a escolas, hospitais, maternidades e orfanatos, distribuição de calendários com versos bíblicos, presentes de Natal, apresentações de rua e literatura nas línguas locais.
- As ações são de alto risco, com possibilidade de prisões ou punições; há pedidos de oração pela segurança das celebrações.
Em dezembro, igrejas na Ásia Central, com apoio da Portas Abertas, promovem ações de evangelismo para celebrar o Natal e o Ano Novo. As atividades ocorrem em cinco países da região: Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Turcomenistão e Uzbequistão.
As ações incluem visitas a escolas de educação infantil, fundamental e média, bem como a hospitais, maternidades e orfanatos. Em cada local, são distribuídos calendários com versos bíblicos e milhares de presentes de Natal às crianças.
Além disso, ocorrem apresentações de rua com a mensagem do evangelho e a distribuição de literatura cristã nas línguas locais. Apesar do alcance, os organizadores alertam para o risco de prisões e outras punições.
Contexto regional
Todos os cinco países da Ásia Central aparecem na Lista Mundial da Perseguição 2025, que aponta alto nível de discriminação contra cristãos. O Quirguistão teve o maior aumento de pontuação na última edição, elevando sua posição no ranking.
Essa realidade também afeta crianças cristãs, que participam das atividades com medidas de cautela. As ações coordenadas pelas igrejas visam apoiar comunidades locais em meio a restrições legais e sociais.
Sobre o apoio e o objetivo
A Portas Abertas atua como parceira nessas iniciativas, promovendo materiais e recursos para os eventos. As celebrações visam compartilhar mensagens de fé, com foco em segurança e respeito aos direitos religiosos.
Fontes citadas pela organização indicam os benefícios sociais de ações solidárias, como doações e presentes, além do alcance comunitário em instituições públicas. As atividades são apresentadas como parte do Natal da Igreja Perseguida.
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